Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Líder do Peru pedirá ativação de carta democrática da OEA

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SYLVIA COLOMBO, ENVIADA ESPECIAL

CARTAGENA, COLÕMBIA (FOLHAPRESS) - Primeiro mandatário a chegar a Cartagena na manhã desta sexta (28) para a Cúpula Iberoamericana, o peruano Pedro Pablo Kuczynski disse ao desembarcar que "vai ser uma reunião muito importante, porque vamos conversar sobre os grandes temas da América Latina, incluindo os do país vizinho, a Venezuela".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

PPK, como é conhecido, disse nesta quinta (27) que pedirá a outros líderes latino-americanos, nesta ocasião na Colômbia, que seja ativada a carta democrática da OEA (Organização dos Estados Americanos) ao governo da Venezuela.

"Vamos estar em Cartagena com líderes da região e pediremos a ativação da carta, ao mesmo tempo que se prepare um operativo de ajuda humanitária à Venezuela, porque todos sabemos que há problemas com relação a alimentação e remédios", afirmou.

A carta contempla a possibilidade de se expulsar países da entidade quando estes não cumprem com certos parâmetros de governabilidade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

PPK também apoiou abertamente as marchas realizadas em Caracas e outras cidades venezuelanas nos últimos dias contra o governo do presidente Nicolás Maduro.

Também nesta semana, o Congresso peruano votou um pedido para que o presidente convoque seu embaixador, Mário López, para que retorne ao Peru, "como expressão de protesto por conta dos acontecimentos antidemocráticos nesse país".

O comunicado do Congresso afirma também que "condena os atos que sistematicamente vem realizando o governo venezuelano para impedir a realização de um referendo revogatório", e considerou que tais medidas significam um "rompimento constitucional e um golpe de Estado inaceitável."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O retorno do embaixador foi aprovado pelo Parlamento por 81 votos a 13, mas ainda depende da decisão final de PPK.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV