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Mulheres fazem greve na Argentina após estupro e morte de jovem

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Vestidas de preto, mulheres da Argentina paralisaram suas atividades entre 13h e 14h (14h e 15h em Brasília) desta quarta-feira (19) para protestar contra a violência de gênero.

A greve, convocada pela campanha Ni Una Menos (nenhuma a menos, em português), reflete a comoção que tomou o país após o assassinato de Lucía Pérez, 16, na cidade de Mar del Plata na semana passada.

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Antes de morrer, a adolescente foi drogada e estuprada. Suspeita-se que uma gangue de traficantes de drogas seja responsável pelo crime.

A promotora Maria Isabem Sanchez declarou a jornalistas que o crime foi uma "agressão sexual desumana".

A hashtag #NiUnaMenos era a mais comentada no Twitter mundial nesta quarta por volta das 16h de Brasília.

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Segundo os meios de comunicação locais, o Senado encerraria sua sessão mais cedo nesta quarta para que parlamentares pudessem participar de um protesto agendado paras as 17h (18h em Brasília) em frente ao obelisco de Buenos Aires.

Uma mulher é assassinada a cada 30 horas na Argentina, de acordo com a ONG local Assembleia Permanente de Direitos Humanos.

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