Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Chefe da equipe de negociações de paz com as Farc põe cargo a disposição

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SYLVIA COLOMBO, ENVIADA ESPECIAL

BOGOTÁ, COLÔMBIA (FOLHAPRESS) - Em declaração divulgada na manhã desta segunda-feira (3), no Palácio de Nariño, sede do governo colombiano, o chefe da equipe de negociadores de paz, Humberto de la Calle, colocou seu cargo à disposição e disse que "seguirá lutando pela paz até o último dia de minha vida, mas não mais à frente dessa equipe".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

De la Calle agradeceu ao presidente Juan Manuel Santos por ser "valente e preferir a luta pela paz do que a inércia pela guerra" e insistiu que "a paz não foi vencida". Disse respeitar os que votaram pelo "não" no plebiscito deste domingo (2) e reforçou que a oposição (Centro Democrático, o partido ligado ao ex-presidente Alvaro Uribe), "também quer a paz". De la Calle defendeu uma nova negociação em busca de um "apoio nacional".

Ao final, declarou que assume toda a responsabilidade por erros que possa haver cometido durante as negociações.

NÃO À PAZ

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Contrariando as pesquisas de intenção de voto, os colombianos rejeitaram neste domingo, em plebiscito, o acordo de paz negociado ao longo de quatro anos entre o governo de Santos e as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).

O acordo havia sido assinado na semana passada de maneira festiva e com a presença de vários chefes de Estado da América Latina.

O tratado previa o fim de uma guerra que envolve guerrilhas, grupos paramilitares e o Exército. O conflito se arrasta por 52 anos e já forçou 8 milhões de colombianos a deixar suas casas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A oposição fazia ressalvas especialmente aos pontos da Justiça transicional, que permitiria anistia e indultos para ex-guerrilheiros acusados de delitos graves; também contestavam o artigo que garantia a participação política, com a concessão de dez cadeiras aos guerrilheiros no Congresso nas duas próximas legislaturas, além de subsídios para a formação do partido das Farc.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV