Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Votação no plebiscito sobre a paz na Colômbia é encerrada

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SYLVIA COLOMBO, ENVIADA ESPECIAL

BOGOTÁ, COLÔMBIA (FOLHAPRESS) - Às 16h do horário local (18h de Brasília) foram fechadas as urnas do plebiscito da paz na Colômbia. Agora, começa a apuração que deve se estender pelas próximas horas. Não foram divulgados ainda os índices de comparecimento e de abstenção. Os 33 milhões de eleitores foram chamados a votar se aprovam ou não o acordo de paz assinado entre o governo colombiano e as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Os colombianos que saíram para votar enfrentaram fortes chuvas e alguns alagamentos devido aos efeitos do furacão Matthew, que afetou especialmente a região da costa e causou temporais durante toda a manhã em Bogotá.

Sob guarda-chuvas e vestidos de branco, o presidente colombiano e a família foram logo cedo ao posto de votação da Plaza Bolívar, no centro. O mandatário fez alusão ao fato de que o dia 2 de outubro era o do nascimento de Gandhi. "Esse personagem da história universal que nos ensinou tanto sobre a cultura da não violência. Quero ressaltar essa feliz coincidência porque nós, aqui na Colômbia, também devemos adotar essa cultura."

Já o chefe da campanha do "sim", o ex-presidente César Gaviria, pediu que os colombianos enfrentassem o mau tempo. "Hoje chove. Então que chova, haja trovões e relâmpagos, mas ainda assim convido os colombianos a virem a votar", disse, ao colocar seu voto na urna.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O grande temor dos governistas é que houvesse hoje uma abstenção muito alta (estimava-se que seria entre 40 e 50%), o que poderia colocar em risco a necessidade de o "sim" alcançar os 13% do eleitorado (ou seja, 4,5 milhões de votos), necessário para sua aprovação.

OS DO NÃO

Do lado do "não", o ex-presidente Álvaro Uribe acusou Santos de ter feito pressão sobre prefeitos e governadores. "Eles foram induzidos a comprar votos", disse, acrescentando que rebaixar o patamar constitucional para plebiscitos, de 50% para 13% era algo inconstitucional.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outro defensor do "não" a comparecer cedo, com a família e munido de guarda-chuvas, foi o ex-procurador Alejandro Ordoñez Maldonado, que declarou que o acordo "pode servir para impor o que foi acordado com a guerrilha, mas nunca para alcançar a concórdia nacional. A polarização não serve para construir paz."

Segundo o ministro da Defesa, Luis Carlos Villegas, não houve incidentes graves durante a votação e foi "uma jornada absolutamente tranquila, sem incidentes de ordem pública".

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV