Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Polícia Civil abre novo inquérito sobre desastre de Mariana (MG)

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

JOSÉ MARQUES

BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) - Quase 11 meses após o rompimento da barragem da Samarco, em Mariana (MG), a Polícia Civil de Minas Gerais instaurou um novo inquérito para apurar possível crime de lesão corporal grave por conta do desastre.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A investigação foi aberta nesta quinta-feira (29) após pedido do Ministério Público Federal. Logo após o rompimento, em 5 de novembro passado, a Polícia Civil foi responsável por apurar crimes de homicídio relacionados a caso.

Em nota, o delegado regional Rodrigo Bustamante afirma que embora os crimes ligados à ruptura sejam julgados pela Justiça Federal, a apuração de lesões penais deve ser feita pela Polícia Civil. Procurada, a Samarco, cujas donas são a Vale e a BHP Billiton, disse que não tem conhecimento deste novo inquérito.

Em fevereiro, a equipe comandada por Bustamante indiciou o ex-presidente da Samarco Ricardo Vescovi e mais seis pessoas pelos crimes de homicídio com dolo eventual, inundação e poluição de água potável. Eles negam as acusações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Polícia Federal, que investigava a possibilidade de crimes ambientais, concluiu seu inquérito em junho e indiciou oito pessoas e três empresas: a Samarco, a Vale e a consultoria VogBR. Todos também negam ter cometido qualquer irregularidade.

Atualmente, o Ministério Público Federal conduz o inquérito sobre o desastre, mas ainda não apresentou denúncias. A previsão é que elas sejam oferecidas antes que a tragédia complete um ano.

Ao ruir, a barragem da Samarco matou 19 pessoas, soterrou povoados e deixou um rastro de destruição que chegou ao litoral do Espírito Santo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV