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Economista é preso sob suspeita de matar mulher

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O economista Chateaubriano Bandeira Diniz Filho, 51, foi preso hoje sob suspeita de matar sua mulher, a facadas, durante uma briga envolvendo ciúmes devido a supostas mensagens de WhatsApp, na noite de sábado, em um apartamento no Belém (zona leste de São Paulo).

Segundo o advogado do suspeito, Alexandre de Sá Domingues, após um churrasco no prédio, os dois subiram e ela teria mandado mensagem para outro homem pelo celular dele. Após uma discussão, ele a esfaqueou algumas vezes e viajou com os dois filhos do casal, um menino de 6 anos e uma menina de 9 anos, para o Rio de Janeiro.

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A polícia não divulgou detalhes da motivação do crime.

O corpo da bancária só foi achado na tarde de ontem, após o irmão da vítima desconfiar de seu sumiço e ligar para a PM. Diniz Filho se apresentou hoje, no início da tarde, à Polícia Civil. A Justiça decretou sua prisão preventiva hoje à noite.

Apartamento

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Policiais encontraram a porta do apartamento trancada. A bancária estava caída no corredor, com ferimento de faca na barriga e com sangue na cabeça. Ao lado de seu corpo havia um toco de vela queimada -supostamente colocada pelo marido. Havia manchas de sangue pela sala.

Os agentes falaram com uma vizinha e ela contou que o filho ouviu uma discussão entre o casal no sábado. Sendo que o suspeito estava xingando a bancária. Outros vizinhos não foram encontrados.

O irmão da vítima disse que os familiares do economista são do Rio de Janeiro e quando os agentes tentavam encontrar o endereço dos parentes, o suspeito se entregou com o advogado.

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Ele contou que as crianças ficaram com a avó paterna na cidade e estão bem. Elas presenciaram a discussão dos pais e viram a mãe morta.

Imagens de câmeras de segurança mostraram ele saindo com malas e as crianças. Hoje à tarde, a Justiça decretou a prisão temporária de 30 dias. As mensagens que a vítima teria mandado foram apagadas pelo suspeito.

O caso foi registrado no 81º Distrito Policial (Belém) como violência doméstica e homicídio.

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