Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

'Brexit' não é o fim da UE, afirma presidente da Comissão Europeia

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

DIOGO BERCITO

MADRI, ESPANHA (FOLHAPRESS) - Jean-Claude Juncker, presidente da Comissão Europeia, afirmou nesta quarta-feira (14) que a saída do Reino Unido não significará o fim da União Europeia. Ele pediu mais coesão no bloco e afirmou que os próximos doze meses serão cruciais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Entre as propostas concretas apresentadas por Juncker está uma maior coordenação entre os Exércitos europeus e avanços a uma guarda costeira conjunta para lidar com a chegada de migrantes.

No próximo mês, 200 policiais poderiam ser enviados à fronteira entre Turquia e Bulgária, por exemplo.

Juncker discursou durante uma hora ao Parlamento europeu, em Estrasburgo (França). Sua fala foi vista como uma prévia do que será discutido na sexta-feira (16) em Bratislava, na Eslováquia, no encontro informal de líderes europeus.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Será a primeira reunião sem o Reino Unido, que decidiu em 23 de junho deixar o bloco -o voto pela saída é conhecido como "Brexit".

Para Juncker, o "brexit" é um alerta a respeito dos desafios à sobrevivência da União Europeia em tempos de crescente nacionalismo.

Uma das estratégias necessárias, disse, é explicar melhor o projeto europeu a seus cidadãos. Por exemplo, visitando parlamentos nacionais e discutindo suas políticas. "Nós ouvimos nossos cidadãos e queremos fazer isso com mais intensidade."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O presidente da comissão também anunciou que, com vistas ao crescimento do bloco, irá dobrar um fundo de investimento com foco em infraestrutura digital e energia, chegando a 630 bilhões de euros em 2022.

Ele destacou, ainda, um auxílio financeiro para países africanos como medida para diminuir o fluxo de migrantes à Europa.

A crise de refugiados é um dos principais problemas na União Europeia, impulsionando partidos xenófobos em países como França e Alemanha.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV