Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

USP, Unicamp e UFRJ sobem em ranking de universidades

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

PAULO SALDAÑA

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A USP (Universidade de São Paulo) aparece como a 120ª melhor universidade do mundo no ranking QS World 2016, o que representa a melhor posição da instituição nas 13 edições da publicação. A lista foi divulgada nesta segunda-feira (5).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Apesar desse resultado, as universidades brasileiras em geral não tiveram o mesmo desempenho: 18 das 22 instituições presentes na lista perderam posições.

Pela quinta vez consecutiva, o MIT (Instituto de Tecnologia de Massachussets, na sigla em inglês), dos Estados Unidos, ficou com a primeira posição entre as melhores universidades do mundo. Ela é seguida pelas também americanas Stanford e Harvard.

O QS (Quacquarelli Symonds) -uma das principais listas de universidades do mundo- é baseada na análise dos níveis de pesquisa, ensino, empregabilidade e internacionalização.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A publicação leva em conta seis critérios nessa avaliação: reputação acadêmica, reputação do empregador, relação entre corpo docente e estudante, citações por docente, estudantes internacionais e docentes internacionais.

A melhora da USP é resultado no crescimento dos itens reputação acadêmica e reputação do empregador. A alta neste ano interrompeu dois anos consecutivos de queda.

A principal universidade brasileira enfrenta uma crise financeira desde o final de 2013. Com orçamentário deficitário desde então -os gastos com folha de pagamento têm sido maiores do que os repasses recebidos pelo Estado- a USP anunciou em um segundo plano de demissão voluntária. O primeiro havia ocorrida em 2015.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No primeiro semestre deste ano, a instituição ainda enfrentou uma greve de servidores. A paralisação teve adesão de funcionários e professores, além do apoio de alunos.

Algumas unidades, como a FFLCH (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas) e a ECA (Escola de Comunicação e Artes) registraram ocupações e ficaram com as atividades totalmente paralisadas.

O reitor da USP, Marco Antonio Zago, informou que o resultado confirma o prestígio da USP. "Apesar de oscilações anuais, a posição da USP é consolidada como a melhor Universidade não só da América Latina, mas também da Ibero-América", diz Zago.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Não podemos transformá-las em metas. Um aspecto é melhorar apenas a posição da Universidade nos rankings, outro, muito mais importante, é melhorar a Universidade de uma forma geral", diz. "Também é inegável que a boa reputação da USP nos rankings internacionais tem um impacto muito positivo nas parcerias com outras Universidades, facilitando o intercâmbio de pesquisadores e o desenvolvimento de projetos de pesquisa com financiamento conjunto", afirmou o reitor.

Além da USP, somente outras duas instituições brasileiras estão entre as 400 melhores.

A Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e a UFRJ (Federal do Rio de Janeiro). Ambas ganharam posições com relação ao ranking do último ano. A Unicamp passou de 195º para 191º e a UFRJ, de 323º para 321º.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Brasil segue liderando o ensino superior na América Latina, com 22 universidades listadas no ranking, à frente da Argentina, com 16, e do México, com 14. Entretanto, a situação do ensino superior registrada pelo QS não é positiva.

Todas as 22 instituições apresentaram queda no critério de número de citações por docente.

Além disso, 16 delas ainda tiveram recuo nas proporções entre estudantes e professores, usado como parâmetro para avaliar a qualidade do ensino.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Embora o crescimento da USP seja louvável, nossa métrica sobre docentes por estudantes sugere que o sistema como um todo tem falhado em oferecer acesso suficientemente igualitário à educação superior", diz Ben Sowter, chefe da divisão de Pesquisa da QS, na divulgação do material.

"A performance das instituições mais importantes do país continua a melhorar, mas, se a nação pretende emergir da pior recessão em décadas, toda a estrutura do ensino superior brasileiro precisa equipar todos os alunos com a educação necessária para melhorar tanto a produção quanto o resultado de pesquisas."

Mais de 3.800 instituições foram avaliadas. A relação final traz 916 universidades de 81 países. Isso representa 25 a mais do que em 2015.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os Estados Unidos concentram o maior número de universidades no ranking, com 154 instituições.

O país é seguido do Reino Unido (71), Alemanha (43) e França (41).

No ranking QS apenas com instituições da América Latina, a USP ficou em primeiro lugar em 2015 e 2016. Já na relação voltada ao países dos Brics (África do Sul, Brasil, China, Índia e Rússia), publicada em julho, mostra a USP na 10ª posição. Uma a menos do que no ano anterior.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Confira aqui a lista completa.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV