Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Ataque reivindicado pelo Estado Islâmico mata ao menos 54 no Iêmen

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Ao menos 54 pessoas morreram nesta segunda-feira (29) no Iêmen em um ataque com carro-bomba contra um centro de recrutamento do Exército do país, que luta contra grupos extremistas.

O atentado foi reivindicado pela facção terrorista Estado Islâmico e é o mais violento na cidade portuária de Aden, no sul do Iêmen, desde que ela foi retomada pelo governo, em julho do ano passado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O diretor-geral do Ministério da Saúde em Aden, Al-Khader Laswar, disse que pelo menos outras 67 pessoas ficaram feridas.

A ação ilustra as dificuldades do governo para restabelecer a segurança na localidade, que foi declarada "capital provisória" iemenita.

De acordo com fontes oficiais, a explosão do carro-bomba aconteceu no pátio da escola "Sanafir", na zona norte de Aden. Os recrutas, reunidos no local, estavam no fim das formalidades para ingressar nas Forças Armadas iemenitas, que o governo, exilado na Arábia Saudita, pretende reforçar com a ajuda da coalizão árabe.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo testemunhas, um homem-bomba aproveitou a entrada de uma caminhonete para avançar com seu veículo. A explosão foi tão forte que provocou o desabamento do teto de uma sala de aula sobre vários recrutas.

Os extremistas aumentaram os ataques contra as forças de segurança e autoridades políticas de Aden. O atentado anterior reivindicado pelo EI matou quatro policiais no dia 20 de julho.

No dia 6 de julho, as forças do governo, apoiadas pela coalizão militar árabe, expulsaram os extremistas de uma base militar que havia sido atacada após dois atentados contra o local.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

GUERRA CIVIL

O conflito no Iêmen é uma das reviravoltas registradas após as manifestações populares de 2011 no Oriente Médio. O então ditador Ali Abdullah Saleh foi forçado a renunciar.

Iemenitas reuniram-se em um diálogo nacional para discutir o futuro do país, no que foi visto como um exemplo para a região.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A transição, no entanto, foi menos auspiciosa do que o esperado. Em 2014, a milícia radical houthi -em constante atrito com o governo- tomou a capital, Sanaa, e no início do ano seguinte decidiu dissolver o Parlamento.

Em 2015, o confronto escalou, com a entrada de outros atores regionais. Uma coalizão liderada pela Arábia Saudita passou a bombardear posições dos houthi.

Os houthi são aliados do ex-ditador Saleh e supostamente apoiados pelo Irã e pela milícia xiita libanesa Hizbullah. Assim, a guerra espalhou-se por esse país e tornou-se internacional.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A situação é dificultada também por um complicado emaranhado de divisões religiosas e relações tribais. O Iêmen abriga, além disso, uma das franquias mais violentas da rede terrorista Al Qaeda, para quem o caos político é uma oportunidade para fortalecer-se.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV