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Passageira é atacada com seringa na estação Paraíso do Metrô de SP

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AMANDA GOMES

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Polícia Civil investiga um novo caso de ataque de seringa, desta vez na estação Paraíso da linha 1-azul do Metrô de São Paulo, ocorrida na quinta-feira da semana passada, dia 18. É o segundo caso de ataque com seringa registrado pela polícia desde o dia 30 de julho, quando Antônio Nogueira de Santana, 43, acusado de atacar passageiras em estações de metrô e na região da avenida Paulista, centro da capital paulista, foi preso.

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O novo ataque aconteceu de manhã, quando a vítima subia uma das escadas da estação com a sua mãe. Ela contou à polícia que viu um homem parado no local e, depois, sentiu uma picada nas costas. O agressor, então, saiu correndo, segundo o relato. Depois, ao levantar a blusa, a mãe dela constatou que havia uma picada.

O boletim de ocorrência foi feito no dia seguinte, em São Caetano do Sul (Grande SP), e o caso é investigado pela Delpom (Delegacia de Polícia do Metropolitano). A vítima prestou depoimento ontem e não conseguiu reconhecer o suspeito em imagens do sistema de segurança do metrô.

Os policiais tentam identificar o autor a partir das informações fornecidas pela vítima. Também investigam se o agressor é o mesmo homem que atacou uma mulher no último dia 5, na estação Sé do metrô.

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A vítima deste caso, uma auxiliar de governanta de 42 anos, disse que estava na plataforma da Sé quando sentiu a picada entre a coxa e o joelho. "Senti dor por causa das minhas varizes. Estou tomando remédio e aguardando o resultado do exame", disse. Ela não conseguiu identificar o autor.

Santana é apontado por sete vítimas que foram picadas. Ele cumpre prisão temporária. A polícia ainda não sabe se havia sangue na seringa usada por ele. Ao ser preso, ele negou o crime. A defesa dele não foi localizada.

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