Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Empresas de Trump têm US$ 650 mi em dívida, afirma 'NYT'

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O jornal norte-americano "The New York Times" revelou neste sábado (20) que as empresas de Donald Trump, candidato republicano à Presidência dos Estados Unidos, acumulam ao menos US$ 650 milhões em dívidas.

Segundo a reportagem, "é seguro dizer que nenhum outro candidato à Presidência teve finanças tão complicadas, considerando a longa carreira de Trump no mercado imobiliário, nos Estados Unidos e no exterior, e o fato de ele afirmar ter mais de US$ 10 bilhões".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O texto ainda destaca que, como presidente, Trump teria influência substancial sobre a política monetária e fiscal, assim como o poder de fazer ajustes que afetariam diretamente seu próprio império financeiro.

Trump se nega a revelar suas declarações fiscais e não permitiu a avaliação de seus bens, o que gerou críticas de sua adversária na corrida à Casa Branca, a democrata Hillary Clinton.

No começo de sua campanha, o candidato republicano respondeu um formulário de 104 páginas sobre sua situação financeira. Nele, declarou que suas empresas deviam US$ 315 milhões a um grupo pequeno de credores. O jornal, porém, afirma que o formulário foi criado para candidatos com finanças muito mais simples.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O "New York Times" destaca que as dívidas têm base em diversos acordos financeiros, muitos deles feitos com instituições atacadas por Trump durante a campanha. É o caso do Banco da China -definido pelo político como "inimigo da economia americana"-, que realizou um empréstimo para financiar um prédio em Manhattan, na avenida das Américas, do qual Trump é sócio. Também faz parte desse acordo a Goldman Sachs, empresa que, segundo afirmações do republicano, "controla Hillary Clinton".

Além de revelar o débito de US$ 650 milhões, a reportagem descobriu que Trump tem três parcerias com empresas que devem outros US$ 2 bilhões a credores -inclusive àqueles mesmos que contribuíram para o financiamento do prédio em Manhattan. O jornal conclui que, caso essa dívida não seja paga, Trump pode não ser pessoalmente responsabilizado, mas que o valor de seus investimentos afundariam.

Ainda de acordo com a publicação, Trump alegou, em 2015, ter firmado um empréstimo com a Ladder Capital de "mais de US$ 50 milhões". A real quantia, contudo, chegou a US$ 160 milhões, aplicados em um prédio na rua 40th, também em Nova York.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Allen Weisselberg, chefe das finanças da Trump Organization, declarou que o político não precisava ter declarado o empréstimo, pois a lei defende que candidatos à Presidência declarem dívidas pessoais, não empresariais. "Nós divulgamos até demais", afirmou. Ele explicou que, quando uma empresa de Trump for 100% dona de alguma propriedade, os valores serão divulgados.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV