Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Após ouro na vela, Martine diz que superação de Lars é uma inspiração

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

ÉDER FANTONI

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Medalhista de ouro da classe 49er FX na vela da Rio-2016 ao lado de Kahena Kunze, 25, Martine Grael, também de 25 anos, disse nesta sexta-feira (19) que o seu tio Lars Grael serviu de inspiração para a conquista de quinta (18).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Bronze em Seul-1988 e em Atlanta-1996 na classe tornado, Lars sofreu um grave acidente em 1998, em Vitória, Espírito Santo. Uma lancha que invadiu a área de competição bateu no barco em que o velejador estava. Ele teve a sua perna direita decepada pela hélice da embarcação.

"Quando esse episódio ocorreu, eu era bem nova. Os meus pais amenizaram isso, eu não entendia muito bem. A família ficou abalada", disse Martine, que é filha de Torben Grael, medalhista de ouro em Atlanta-1996 e em Atenas-2004 na classe star. Ele ganhou ainda a prata em Los Angeles-1984 e o bronze em Seul-1988 e em Sidney-2000.

"O Lars se superou de uma maneira muito positiva. É uma inspiração para mim desde aquele momento até hoje. É muito legal ter uma família que possui muitas medalhas. O que mais conta é a experiência deles. É importante dentro do esporte", afirmou a atleta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esta é a terceira geração Grael que participa dos Jogos Olímpicos. A primeira das 17 vezes em que um representante da família esteve no evento foi na Cidade do México-1968, com Axel e Eric Schmidt --sobrenome da mesma família--, tios de Torben e Lars.

A família tem íntima ligação com o mar desde a década de 1930, quando o dinamarquês Preben Schmidt, avô de Torben e Lars, comprou o barco Aileen para navegar na baía de Guanabara. A embarcação é mantida até hoje pelos Grael, que costumam passar a bordo a noite de Natal.

Para Torben, a felicidade de ver a filha ganhar um ouro é maior do que as cinco conquistas dele mesmo. "É mais emocionante", afirmou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Kahena, por sua vez, destacou a ótima relação que tem com Martine. Isso foi um diferencial para a vitória de quinta na baía de Guanabara.

"A gente já tinha velejado juntas antes. Ganhamos uma competição em Búzios, no Rio. Depois disso, optei por estudar, enquanto a Martine seguiu a campanha dela. Quando ela me chamou para participar da Rio-2016, falei 'óbvio'. Ela me dá muita garra. Tudo o que ela faz, ela faz muito bem. É um orgulho estar do lado dela", afirmou Kahena.

"Para velejar juntas, as duas pessoas precisam querer muito. E nós queríamos. Nossa trajetória começou de uma forma muito boa", afirmou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV