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Rivalidade com a França aumenta após confrontos decisivos na Rio-2016

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Segunda-feira, 15 de agosto de 2016: um dia para os franceses esqueceram. Nesta data, na Rio-2016, a França perdeu duas disputas para o Brasil, em uma das rivalidades que começam a se desenhar durante os Jogos.

No vôlei masculino, os franceses foram derrotados por 3 sets a 1 pelo time de Bernardinho e estão eliminados do torneio.

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No salto com vara, o atual recordista mundial, Renaud Lavilleine -único a superar a marca de 6,15 m alcançada pelo lendário ucraniano Sergey Bubka- foi vencido pelo brasileiro Thiago Braz, no Engenhão.

Além disso, Poliana Okimoto conseguiu uma medalha de bronze na maratona aquática depois que a francesa Aurelie Muller foi desclassificada da prova por esbarrar na italiana Rachelle Bruni.

Esses são os resultados mais recentes de uma rivalidade que, embora já tradicional no futebol, começa a se transportar também para outros esportes olímpicos.

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Nos próximos dias, outros confrontos vão acontecer. Nesta terça (16), o baiano Robson Conceição vai enfrentar Sofiane Oumiha pelo ouro na categoria peso ligeiro do boxe. Na quarta (17), França e Brasil se enfrentam pelas quartas de final do handebol masculino.

A julgar pelo retrospecto da segunda, os brasileiros vêm mais embalados. Nos dias anteriores, porém, os europeus estavam levando vantagem sobre os donos da casa. Os dois países haviam se enfrentando na esgrima, no judô e no basquete.

Confira os principais duelos entre Brasil e França até aqui na Rio-2016:

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SALTO EM ALTURA

Antes da final, Renaud Lavilleine parecia invencível. Afinal, ele é o homem que saltou mais alto na história. Em 2014, ele destronou o recorde do ucraniano Sergey Bubka depois de 30 anos.

O brasileiro Thiago Braz, porém, não se intimidou. Depois de ver o adversário superar os 5,98 m e quebrar o recorde olímpico, ele pediu para que a marca subisse para os 6,03 m. No melhor salto de sua vida, conseguiu superá-la.

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O francês respondeu, pedindo para saltar sobre a marca dos 6,08 m. Ele, que era até então o favorito, fracassou e Thiago levou o ouro.

VÔLEI

O time de vôlei masculino do Brasil estava a beira do fracasso. Depois de duas derrotas seguidas, contra Estados Unidos e Itália, precisava vencer os franceses em um confronto de vida ou morte: quem perdesse, seria eliminado.

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Em 2015, os franceses haviam conquistado seu primeiro título de Liga Mundial da história justamente no Rio de Janeiro, eliminando o Brasil no caminho.

Por 3 sets a 1, liderados pelo oposto Wallace, que fez 21 pontos, os brasileiros conseguiram a vingança: venceram, classificaram-se e mandaram os rivais para casa.

MARATONA AQUÁTICA

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Poliana Okimoto já estava fora da água quando descobriu que venceu a medalha de bronze.

Ela foi a quarta a completar os 10 km do percurso, na Praia de Copacabana, mas a francesa Aurelie Muller foi desclassificada por trombar com a italiana Rachelle Bruni na linha de chegada.

Assim, Poliana conseguiu a medalha, a primeira de uma mulher brasileira na natação.

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JUDÔ

No judô, Brasil e França se enfrentaram duas vezes, com duas vitórias para os europeus.

Rafael Silva, o Baby, perdeu na semifinal para Teddy Riner, que não é derrotado desde setembro de 2010. Riner conseguiu o ouro, enquanto Baby avançou pela repescagem até terminar com o bronze na categoria acima de 100 kg.

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Mayra Aguiar era favorita ao ouro na categoria até 78 kg, mas foi derrotada na semifinal por Audrey Tcheuméo e teve de se contentar com o bronze.

A francesa avançou para a final, mas perdeu para a americana Kayla Harrison e ficou com a prata.

ESGRIMA

Na esgrima feminina, categoria espada individual, Brasil e França se enfrentaram três vezes. Na primeira fase, Marie-Flornce Candassamy eliminou a brasileira Amanda Simeão.

Nas oitavas de final, Nathalie Moelhausen, italiana naturalizada brasileira, vingou a colega de equipe e eliminou Candassamy. Entretanto, foi derrotada logo na fase seguinte por outra francesa, Lauren Rembi.

BASQUETE

A derrota para a França, por 74 a 64, selou a eliminação da seleção feminina de basquete do Brasil.

O time da casa perdeu todos os jogos da primeira fase, mas tinha esperança de classificação até o confronto com as rivais.

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