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Sem medalhas na natação, Brasil celebra aumento do número de finais na Rio-2016

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MARIANA LAJOLO E PAULO ROBERTO CONDE, ENVIADOS ESPECIAIS

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Na ausência de medalhas na natação, o Brasil celebrou o aumento do número de finalistas nos Jogos do Rio: oito. Em Londres-2012, haviam sido seis.

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Quem mais apareceu nas disputas pelas medalhas foi Marcelo Chierighini, 25, representante do país em cinco decisões: oitavo colocado nos 100 m livre, quinto no 4 x 100 m livre e sexto no 4 x 100 m medley.

"Eu saio satisfeito porque nunca havia chegado a uma final e disputei três, uma com o revezamento [4 x 100 m medley] que não brigava pela medalha havia 36 anos", afirmou.

Chierighini, 25, disse que a competição o marcou por seu desempenho esportivo e pelo carinho da torcida que assistiu às competições. Para o nadador, a vontade de ganhar uma medalha para retribuir os gritos vindos da arquibancada pode ter se transformado em uma pressão para ele e até para outros nadadores.

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"Queria muito dar essa medalha a eles. Acho que por isso fiquei tão chateado [com o oitavo lugar nos 100 m livre]. Queria que eles tivessem alguém com quem se identificar. E isso pode ter criado uma pressão a mais por termos essa vontade tão grande", afirmou.

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