Não soubemos 'matar' o jogo, diz pivô brasileiro após derrota para Argentina
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Após a derrota por 111 a 107 para a Argentina na segunda prorrogação, o pivô Rafael Hettsheimeir disse que o Brasil perdeu por não ter "matado" o jogo quando estava na frente do placar no primeiro tempo extra.
No tempo normal, houve empate por 85 a 85, enquanto a primeira prorrogação acabou em 95 a 95, mesmo com o time brasileiro melhor em quadra.
"A equipe da Argentina é muito forte, experiente e sabe jogar. Pecamos porque no final não soubemos matar o jogo", afirmou, em entrevista na zona mista.
Hettsheimeir afirmou ainda que, no duelo contra a Nigéria, o time nacional fará o jogo da sua vida, independentemente de depender de uma combinação de resultados para se classificar.
Para o ala Alex Garcia, dois lances definiram o jogo no fim da prorrogação: a bola de três de Nocioni, que deixou a Argentina na frente do placar, e rebote perdido no lance livre não convertido de Delfino.
Para ele, faltou atenção ao time nacional nos momentos decisivos do confronto. "O rebote dos dois lances livres foi falta de atenção minha. No lance do Nocioni, o Gulherme [Giovannoni] não conseguiu fazer a falta. Infelizmente por falta de atenção do time, nós saímos derrotados", lamentou.
CLASSIFICAÇÃO
Com três derrotas em quatro jogos, o Brasil precisa vencer a sua última partida na competição, contra a Nigéria, na próxima segunda-feira (15), às 14h15 (de Brasília), na Arena Carioca 1, e torcer para que a Espanha perca pelo menos uma partida das duas que lhe restam (contra Lituânia, ainda na noite deste sábado (13), e Argentina) para ficar na quarta posição e passar de fase.
