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Ministro diz que morte de policial da Força Nacional foi uma fatalidade

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RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O ministro-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) da presidência da República, general Sérgio Etchegoyen, disse nesta sexta (12) que a morte do agente da Força Nacional Helio Vieira foi uma "fatalidade". Etchegoyen considerou o evento pontual e que "nada na segurança dos Jogos vai mudar". De acordo com o general, o Rio é uma cidade segura e o que tem acontecido está na periferia, "muito longe das concentrações de pessoas".

O general falou à imprensa após participar de uma reunião de avaliação, sete dias após o início dos Jogos. Do encontro também participaram os ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha; Justiça, Alexandre de Moraes; e da Defesa, Raul Jungmann. Além do secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame.

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"Esta fatalidade não invalida nada do que vem sendo feito até agora. Seria uma irresponsabilidade criar novos procedimento no meio do evento", declarou o militar que completou: "Este episódio é muito menor que a Olimpíada", acrescentou.

A reunião manteve a divisão por áreas de atuação de cada força de segurança. A diferença é que a partir deste fim de semana, o Exército intensificará o número de patrulhas na TransOlímpica, via que liga o parque olímpico de Deodoro até a Barra da Tijuca. Para isso, a Força não aumentará o seu efetivo. Apenas reduzirá o tempo de folga e também levará para a região militares de plantão em outras áreas da cidade.

O general Sergio Etchegoyen avaliou como positivo o sistema de segurança implementado para o megaevento.

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"Essa tragédia ocorreu muito longe das concentrações de pessoas. O Rio de Janeiro está muito mais seguro agora que antes dos jogos que acontecem com tranquilidade. Perifericamente incidentes têm acontecido. São resultado da criminalidade remanescente do Rio", afirmando que "A Olimpíada é muito maior. O espírito olímpico superou o espírito de porco", disse Sérgio Etchegoyen.

LUTO POR POLICIAL

A morte do policial Helio Vieira, 35, na noite desta quinta (11) ainda rende homenagens. Nesta sexta (12), seus colegas da Força Nacional mantinham uma tarja preta em seus uniformes. O presidente interino da República, Michel Temer decretou três dias de luto no país pela morte do PM, cedido pela polícia de Roraima à Força Nacional.

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A Associação Nacional dos Praças divulgou nota de repúdio ao ataque aos policiais da Força Nacional. De acordo com o documento, o planejamento para a Olimpíada foi elaborado de forma "desorganizada e desrespeitosa com esses profissionais".

"O transporte de efetivo está sendo realizado sem a presença de batedores que conheçam a região", informou a nota que critica o planejamento de segurança dos Jogos.

Na quinta (11), o ministro da Defesa, Raul Jungmann afirmou que a orientação aos agentes da Força Nacional é de que trafeguem nas vias expressas. Nesta sexta, o general Etchegoyen confirmou a informação.

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