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Judô brasileiro tem desempenho pior que em Londres-12 e não atinge meta

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ITALO NOGUEIRA

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Com os resultados da manhã desta sexta (12), o judô brasileiro já tem um resultado pior do que Londres-12, quando conseguiu um ouro e três bronzes. O judoca Rafael Silva, 29 anos, perdeu nas quartas de final para o francês Teddy Reiner, 27. O brasileiro ainda disputa o terceiro lugar à tarde, na repescagem da categoria pesado (mais de 100 kg).

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A Confederação Brasileira de Judô (CBJ) tinha como meta melhorar o resultado em relação aos últimos Jogos, seja em qualidade (um ouro e uma prata, por exemplo), seja em quantidade de medalhas.

Ou seja, se conseguisse um ouro e uma prata, a meta teria sido atingida por superar qualitativamente o ouro e os três bronzes de quatro anos atrás. Cinco bronzes também atenderiam ao esperado, quantitativamente.

A mudança de meta em relação aos Jogos de Londres e aos Jogos Pan-Americanos de Toronto-2015 foi feita a pedido dos atletas, que se sentiam excessivamente pressionados, segundo os dirigentes da entidade.

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"Em Londres, tínhamos a meta de quatro medalhas. Tivemos um primeiro dia ótimo, com duas. Mas passamos três dias sem pódios. Fomos conseguir a quarta medalha na última luta, num golden score [primeiro a pontuar após o tempo regulamentar]. Os atletas acharam que era uma pressão excessiva e concordamos", disse Ney Wilson, gestor técnico de alto rendimento da CBJ, em junho.

O objetivo, porém, não foi alcançado. O máximo que o Brasil conseguirá são um ouro, já conquistado por Rafaela Silva, e dois bronzes. Um, o de Mayra Aguiar, foi garantido nesta quinta-feira (12). Rafael Silva ainda tenta chegar a terceira colocação na categoria pesado (acima de 100 kg).

Brasileiros classificados para a Olimpíada

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