Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Torcedores enfrentam trem superlotado no primeiro dia útil da Olimpíada do Rio

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

BRUNO VILLAS BÔAS

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Os torcedores precisaram enfrentar um trem superlotado para chegar ao Parque Olímpico de Deodoro nesta segunda-feira (8), primeiro dia da Olimpíada em dia da semana.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O trem que liga a Central do Brasil à estação Magalhães Bastos (usada para a chegada do público) fez a maior parte do trajeto cheio, mas sem superlotação. O problema começou na penúltima estação, chamada Deodoro e muito movimentada por ser um ponto de transferência de ramais.

Como o trem já estava cheio, os passageiros que aguardavam na estação forçaram a entrada no vagão. Houve muitos empurrões e reclamação. Ninguém se feriu.

Segundo a estudante Isis Rodrigues, 19, o trem costuma ficar cheio nesse horário durante a semana, fora dos Jogos Olímpicos, mas a superlotação foi um pouco além do comum por causa da presença de torcedores e voluntários.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A frequência do trem até aumentou, mas não é suficiente para atender o passageiro do dia a dia e todo esse público da Olimpíada", disse ela, estudante da UFRJ e moradora de Santa Cruz, estação final da linha.

O trem vai ser o transporte de 70% do público de Deodoro, segundo a concessionária Supervia. Serão 810 mil passageiros a mais considerando apenas torcedores que seguirão somados os dias do evento.

Para atender ao público, a Supervia prometeu reduzir o intervalo entre os trens do ramal Santa Cruz de 16 para 8 minutos. Também promete esquemas especiais em dias mais movimentados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O japonês Kurita Nobuyuki, 31, morador de Tóquio, disse que em seu país os trens também costumam ficar lotados, mas que a entrada e a saída dos vagões ocorre de forma mais organizada e planejada.

"Dessa forma como foi hoje eu só vi uma outra vez, na cerimônia de abertura do Maracanã", disse Kurita.

Após deixar o trem, o australiano Mark Morgan, 56, buscou informações sobre como chegar de táxi ao lugar na próxima vez. Ele disse que não existe superlotação semelhante na Austrália, mas que não se machucou durante o aperto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Eu nem precisei andar para sair do trem. Fui movido com o restante dos passageiros para fora", disse Mark, em tom de brincadeira

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV