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Craques estrangeiros e técnico espanhol levam Qatar à 1ª vitória no handebol

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EDUARDO GERAQUE, ENVIADO ESPECIAL

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - A legião de estrangeiros da seleção masculina de handebol do Qatar venceu por 30 a 23 a Croácia, medalha de bronze em Londres-2012, na estreia dos Jogos Olímpicos do Rio.

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O time da península arábica tem 70% do seu elenco formado por atletas naturalizados. Estão há mais de três anos juntos e podem ser a grande surpresa do torneio olímpico para o público que não acompanha o handebol de perto.

Se conseguir subir ao pódio será a primeira medalha coletiva da história do Qatar. País que investiu muito na equipe que, jogando o mundial em casa, em 2015, ficou em segundo lugar.

O técnico é espanhol. E os principais jogadores são do leste europeu. E o time tem ainda o astro cubano Rafael Capote, que quando esteve no Pan do Rio, em 2007, desertou da deleção cubana. Preciso, ele foi um dos goleadores na estreia, marcando seis gols.

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O artilheiro da equipe na partida, com dez gols, foi Zarko Markovic, que é de Montenegro.

Na defesa, o goleiro nascido na Bósnia Herzegovina, Danijel Saric, fechou o gol do Qatar. Ele defendeu 50% dos arremessos contra ele, meta considerada alta no handebol.

"Não estou autorizado a falar em medalha. Esse time é forte. Mas nós temos que ir passo a passo", afirmou o goleiro à reportagem logo depois do jogo.

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Desde que chegou ao Brasil, o treinador espanhol Valero Rivera fez treinos secretos. Ele não permitiu a presença de ninguém nas quadras de treinamento.

A legião estrangeira que foi para o Qatar gerou polêmica no mundo do handebol, mas todos se defendem dizendo que não estão fazendo nada de ilegal. Pelas regras internacionais da federação do esporte, qualquer jogador naturalizado e que não tenha defendido a seleção de seus país de origem nos últimos três anos pode ser relacionado.

O grande teste para se saber até o Qatar pode ir ocorre no jogo de terça-feira (9), onde eles vão enfrentar os franceses, atual campeão olímpico e favorito ao bi.

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