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Ginastas brasileiros erram pouco e equipe avança na disputa por equipes

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MARIANA LAJOLO E EDUARDO GERAQUE, ENVIADOS ESPECIAIS

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - A seleção brasileira conseguiu minimizar os erros e fazer boas apresentações na primeira fase do classificatório para a final por equipes da ginástica masculina na Olimpíada do Rio.

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O Brasil terminou a primeira etapa de disputas em segundo lugar, com 268,078 pontos. Perdeu apenas do Japão, atual campeão olímpico, que fez 268,794. Holanda ficou em terceiro, e Coreia do Sul, em quarto.

Os atletas foram embalados por uma torcida que vibrou muito, principalmente com as apresentações de Arthur Zanetti, duas vezes campeão olímpico das argolas, e Diego Hypólito, bicampeão mundial no solo.

O Brasil, que classificou a seleção completa pela primeira vez, apostou em uma equipe com atletas mais especialistas para a Rio-2016, como Hypólito, no solo, e Zanetti, nas argolas. Com isso, ficou com apenas três atletas nas paralelas, na barra fixa e no cavalo com alças.

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Na disputa, os times se alternam em apresentações em todos os aparelhos. As notas obtidas definem as classificações para as finais por equipes, do individual geral e por aparelhos.

O ponto alto da disputa foi a rodada das apresentações de solo. Hypólito conseguiu 15,500 e foi decisivo para colocar o Brasil à frente do Japão na última rotação. Arthur Nory fez 15,200; Sergio Sasaki, 14,900, e Francisco Barreto, 13,433.

Hypólito, que era dúvida na equipe até os últimos dias, chorou com seu resultado e foi muito festejado.

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NOTAS

O Brasil terminou a primeira rotação do classificatório por equipes da ginástica artística em terceiro. Nas argolas, Arthur Nory abriu com 14,033, Francisco Barreto fez 14,200, Sérgio Sasaki marcou 14,133. Arthur Zanetti atingiu a melhor nota entre os brasileiros: 15,533.

O principal rival do brasileiro, o grego Efeftheriis Petrounias, foi melhor, com 15,833.

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Na segunda rotação, no salto, Diego Hypólito fez 14,816; Francisco Barreto, 14,200; Arthur Nory, 15,100, e Sergio Sasaki obteve como nota mais alta 15,266.

Nas paralelas, aparelho em que o Brasil está desfalcado e só conta com três notas, Arthur Nory marcou 14,933; Francisco Barreto, 14,900, e Sergio Sasaki, 14,933. O Brasil era o segundo, atrás do Japão.

Foi quando veio a apresentação de solo, e o time ultrapassou os campeões olímpicos.

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Na última rotação, o Brasil foi para o cavalo com alças. Nory abriu com 14,433, Barreto fez 14,533. Depois da apresentação de Sergio Sasaki no cavalo com alças, técnicos de atletas do Brasil vibraram muito.

O Brasil terminou a primeira fase em segundo, com 268,078, contra 268,794. Ainda haverá duas rotações de países neste sábado (6). O resultado final deve sair até as 21h.

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