Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Obama volta a defender TPP em visita do premiê de Cingapura

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidente americano, Barack Obama, aproveitou a visita oficial do primeiro-ministro de Cingapura, Lee Hsien Loong, à Casa Branca nesta terça (2) para voltar a defender a Parceria Transpacífico (TPP, na sigla em inglês).

A TPP vem enfrentando crescente resistência nos Estados Unidos. Ambos os candidatos à Presidência, a democrata Hillary Clinton e o republicano Donald Trump, se opõem ao acordo comercial.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Obama disse que as pessoas têm medos legítimos a respeito do impacto da globalização e sobre "serem deixados para trás", mas, para ele, a resposta não pode ser desistir do comércio e da economia global. Ele afirmou que "levantar a ponte dobradiça" prejudicaria trabalhadores americanos.

A cidade-Estado de Cingapura é uma das 12 nações que integram a zona de livre-comércio. Durante a visita, Loong pediu ao Congresso americano que ratifique o acordo o mais rápido possível.

Assinada em outubro de 2015 por EUA, Japão e outros dez países, a Parceria Transpacífico é o maior acordo comercial da história, abrangendo 40% do PIB (Produto Interno Bruto) mundial.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O governo Obama o considera peça central de sua estratégia geopolítica na Ásia, mas os opositores ao acordo apontam perigos para a soberania e afirmam que ele custará empregos nos EUA.

O repúdio à TPP segue a onda protecionista observada em vários países, em meio a um retorno do sentimento contra o livre-comércio e a globalização como não se via desde a virada do século.

Para entrar em vigor, a TPP precisa ser ratificada por países que representam ao menos 85% do PIB total dos signatários. Sem os EUA, que tem 60%, a conta não fecha.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV