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Rússia aguarda decisão de 8 modalidades; badminton e tênis de mesa são liberados

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Rússia aguarda o posicionamento de oito federações internacionais para saber com quantos atletas poderá contar nos Jogos Olímpicos do Rio após restrições estabelecidas pelo COI (Comitê Olímpico Internacional).

As federações de badminton e tênis de mesa anunciaram nesta quinta-feira (28) que nenhum russo inscrito na disputa sofrerá punições.

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Três das modalidades em que o país é mais forte -ginástica, levantamento de peso e luta olímpica- ainda precisam se posicionar. A UWW (Federação Internacional de Luta) anunciou que deve divulgar uma decisão ainda hoje.

Os outros esportes pendentes são boxe, ciclismo, golfe, handebol e taekwondo.

Quase um terço da delegação está proibida de competir nos Jogos. Entre as modalidades que tiveram atletas cortados estão natação, remo e canoagem.

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LIBERAÇÕES

Com a decisão tomada pela BWF (Federação Internacional de Badminton), mais quatro russos estão liberados.

O país já conquistou uma medalha de bronze, em Londres-2012, no torneio feminino de duplas. Nenhuma atleta que esteve na última Olimpíada jogará na Rio-2016.

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Outros três atletas do tênis de mesa também estão liberados. O país tem pouca tradição olímpica no esporte, dominado principalmente pela China; nunca ganhou uma medalha nos Jogos.

DECISÃO DO COI

O Comitê Olímpico Internacional decidiu que a Rússia não seria banida por completo da Rio-2016, apesar da Wada recomendar que nenhum atleta russo disputasse os Jogos. Segundo relatório de comissão independente da agência, houve participação ativa do governo do país no encobrimento de casos de doping.

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De acordo com comunicado no site do COI, a decisão foi guiada "pela regra fundamental do regulamento olímpico de proteger atletas limpos e a integridade do esporte".

Na decisão, o Comitê Olímpico definiu, também, uma série de condições para que os russos disputem os Jogos. Para ser elegível, um atleta, por exemplo, nunca pode ter sofrido nenhuma suspensão por doping anteriormente, mesmo que tenha cumprido punição.

O comitê ainda disse que não teria "tempo suficiente para realizar audiências com os atletas, autoridades e organizações afetados".

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A Wada declarou estar desapontada com a decisão do Comitê Olímpico Internacional de não banir por completo a Rússia dos Jogos Olímpicos do Rio.

"A Wada está desapontada que o COI não seguiu as recomendações do nosso Comitê Executivo, que as tomou baseado nas descobertas feitas pela investigação liderada por Richard McLaren, o que teria garantido uma abordagem direta, forte e harmoniosa", criticou Craig Reedie, presidente da agência.

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