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Suspeitos de mega-assalto em Ribeirão Preto são presos em Goiás

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Dois suspeitos do roubo milionário da Prossegur, na madrugada do dia 5, em Ribeirão Preto (a 313 km de SP), foram presos na tarde de sexta-feira (15), em um resort em Caldas Novas (GO).

No mega-assalto, cerca de 20 homens explodiram a entrada da empresa. Na fuga, mataram um policial militar e um morador de rua.

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A informação da prisão dos dois acusados foi confirmada pela Polícia Militar de Goiás, que disse ter dado apoio à Polícia Civil paulista durante o cumprimento dos dois mandados de prisão.

A PM goiana disse ter apreendido uma quantia de R$ 160 mil em dinheiro no apartamento de luxo em que a dupla estava hospedada.

No sábado (16), no entanto, a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, da gestão Geraldo Alckmin, (PSDB), confirmou apenas a prisão de um suspeito pela Polícia Civil de Ribeirão Preto, mas não informou onde e não disse se esse acusado é um dos detidos em Caldas Novas.

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Afirmou também que um valor em dinheiro foi apreendido, sem informar a quantia. Em nota, a pasta disse que as investigações sobre o roubo "permanecem em sigilo, razão pela qual nome do preso e valores não serão informados".

A ação dos criminosos deixou dois mortos -um policial rodoviário morto com tiro na cabeça e um morador de rua, que estava próximo a um dos veículos incendiados durante a fuga e serviu de "escudo", conforme policiais.

Este foi o quarto assalto do gênero em cidades de São Paulo desde novembro, quando homens atacaram uma empresa de transporte de valores em Campinas. Depois, houve casos em março, também em Campinas, e no mês seguinte, em Santos. Excetuando-se o ataque de março, à empresa Protege, os outros tiveram como alvo a Prosegur.

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Ataques cinematográficos e violentos, no entanto, não são exclusividade de cidades paulistas. Desde o segundo semestre do ano passado, foram ao menos 15 ataques a veículos e empresas de transporte de valores em sete Estados.

A quantia levada não foi informada pela Prosegur, mas policiais afirmaram que o montante roubado pode chegar a até R$ 60 milhões. O secretário da Segurança Pública, Mágino Alves Barbosa Filho, disse que existe a possibilidade de elo entre a quadrilha que explodiu a empresa de segurança em Ribeirão com os ataques semelhantes ocorridos nos últimos meses.

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