Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Trump tem rejeição ainda maior fora dos Estados Unidos, aponta pesquisa

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

MARCELO NINIO

WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) - Se a rejeição do bilionário Donald Trump é alta nos EUA, no exterior ela está alguns degraus acima, mostra uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (29). O virtual candidato republicano à Presidência desperta confiança em menos de um quarto dos entrevistados pelo Instituto Pew em 16 países da América do Norte, Europa e Ásia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Na maior parte dos países pesquisados, estrangeiros têm pouca ou nenhuma confiança em sua capacidade para lidar com assuntos internacionais", diz a pesquisa, com suecos (92%) e alemães (89%) no topo dos que mais rejeitam o magnata.

Na Europa, só 9% manifestaram confiança em Trump, contra 59% em sua provável oponente nas eleições presidenciais de novembro, Hillary Clinton.

Focada na imagem dos EUA no mundo, a sondagem indica que a opinião sobre o país e o presidente Barack Obama é, na maioria dos países, favorável. O estudo lembra que a chegada de Obama à Casa Branca melhorou de forma significativa a percepção externa do país, dada a impopularidade do antecessor, George W. Bush, especialmente na Europa ocidental, onde 77% hoje aprovam Obama.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A aprovação do presidente Barack Obama em países-chave da Europa e da Ásia continua robusta. Em geral, metade dos países pesquisados, incluindo os EUA, tem confiança nele para fazer a coisa certa em assuntos externos", diz a pesquisa. "Isso inclui mais de 80% na Suécia, na Holanda, na Alemanha, na França e na Austrália. A confiança em Obama permaneceu forte ao longo de seus dois mandatos".

Outra grande diferença em relação a Bush, que ficou marcado por ordenar a impopular invasão do Iraque, é o nível de aprovação a ações militares. Metade dos entrevistados disse apoiar a campanha do governo Obama contra o grupo terrorista Estado Islâmico (EI) na Síria e no Iraque.

Para a maioria dos europeus, os EUA têm o mesmo peso no cenário mundial que dez anos atrás, enquanto na Ásia as opiniões diferem: 61% dos japoneses acham que o país perdeu importância, 57% dos indianos acreditam que ganhou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com a recuperação da economia americana e a desaceleração chinesa, a maioria considera os EUA a principal potência econômica do mundo, com exceção dos australianos, que apontam a China. Entre os americanos a confiança também subiu: em 2014, 41% disseram que a China era a principal economia, 40% os EUA. Agora, só 34% acham que é a China, enquanto 54% dizem que são os EUA.

A imagem da China é, em geral, negativa, indica a pesquisa, com pioras na França, Espanha, Índia, Itália, Reino Unido e Alemanha. Apenas 37% dos americanos expressam opinião favorável ao país, ainda assim bem mais que os 11% entre os japoneses, maiores rivais dos chineses na região. Entre os chineses, 50% têm opinião positiva sobre os EUA.

Baseado em Washington, o Instituto Pew conduziu para esta pesquisa entrevistas com 20.132 pessoas em 16 países entre 4 de abril e 29 de maio deste ano: EUA, Canadá, Polônia, Itália, Suécia, França, Holanda, Hungria, Reino Unido, Espanha, Alemanha, Grécia, Japão, Austrália, Índia e China.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV