Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Uruguai 'rebaixa' cúpula de passagem da presidência do Mercosul a Caracas

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SAMY ADGHIRNI

CARACAS, VENEZUELA (FOLHAPRESS) - A cúpula de chefes de Estado na qual a presidência pró-tempore (rotativa) do Mercosul seria transmitida do Uruguai à Venezuela, em 12 de julho, foi transformada em reunião de chanceleres, segundo anunciou nesta segunda (27) o governo uruguaio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A decisão de "rebaixar" o encontro surge em meio à relutância de Paraguai, Brasil e Argentina em entregar a presidência do bloco ao presidente venezuelano, Nicolás Maduro, acusado de violar direitos humanos e políticos e de levar a Venezuela ao abismo econômico.

O chanceler do Uruguai, Rodolfo Nin Novoa, afirmou que a entrega da presidência do Mercosul à Venezuela está mantida e atribuiu o cancelamento da reunião de presidentes a problemas internos nos países-membros.

"As condições políticas particulares que vivem alguns sócios, como nos casos de Brasil e Venezuela, justificam que a cúpula não seja realizada", afirmou Novoa. Ele disse que "não necessariamente a passagem da presidência pro tempore está associada a uma cúpula" de presidentes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"O Uruguai está firmemente apegado às normas internacionais de direito e [busca] cumprir os compromissos estabelecidos. As normas 'mercosulinas' estabelecem que a rotatividade será semestral; o Uruguai tem a presidência e quando terminar em julho vai passá-la. Antes e depois veremos as condições sobre esse aspecto", afirmou o ministro.

A ascensão de governos de direita na Argentina e no Brasil privou a Venezuela de dois aliados de peso e inverteu a relação de forças dentro do Mercosul, bloco criado em 1991. O Paraguai mantem posição crítica contra a Venezuela desde 2013.

O acirramento das tensões sociais e políticas na Venezuela gera crescente preocupação regional. A OEA (Organização dos Estados Americanos) discute possível aplicação de sanções contra a Venezuela pelos ataques do chavismo contra a oposição. A iniciativa, porém, até agora não obteve respaldo suficiente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Unasul (União de Nações Sul-Americanas) tenta mediar um diálogo entre Maduro e a oposição, até agora em vão.

O governo norte-americano também manteve recentes encontros com representantes dos dois lados.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV