Polícia investiga ligação de suspeito de matar deputada com extrema-direita
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A polícia britânica afirmou nesta sexta-feira (17) que uma suposta ligação com a extrema-direita e a saúde mental do suspeito são importantes linhas de investigação no inquérito sobre o assassinato de Jo Cox, 41, morta a facadas e a tiros em uma rua no vilarejo de Birstall nesta quinta (16).
"Este parece ser um ataque isolado, mas com Jo como alvo determinado", afirmou a chefe temporária da polícia de West Yorkshire, oficial Dee Collins.
Segundo a policial, o suspeito detido na quinta-feira, conhecido na região como Tommy Mair, 52, foi examinado e considerado apto para interrogatório.
Collins também afirmou que detetives de contraterrorismo estão ajudando na investigação.
ATAQUE
Cox foi atacada a facadas e a tiros por volta das 13h desta quinta (9h em Brasília) no meio de uma rua em Birstall. Socorrida, ela morreu uma hora depois. Um homem de 77 anos também foi ferido.
Enquanto Cox era atendida no hospital, a polícia deteve Tommy Mair como suspeito. Um vizinho disse ao jornal "The Guardian" que Mair é uma pessoa quieta, mas simpática.
Relatos iniciais diziam que, antes do ataque, o agressor teria gritado "Reino Unido primeiro!", lema da ultradireita britânica.
