Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Geral

publicidade
GERAL

Farc estão prontas para guerra urbana se acordo de paz fracassa, diz Santos

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, disse nesta quinta (16) que as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) estão prontas para uma guerra urbana caso o acordo de paz não seja aprovado em referendo.

O pacto final das negociações entre a guerrilha e o governo deve sair nos próximos meses, mas sua ratificação deve ser feita em consulta popular. Santos é um dos principais defensores do "sim" ao documento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Em reunião do Fórum Econômico Mundial para a América Latina, em Medellín, o mandatário voltou suas críticas aos adversários do referendo, especialmente seu ex-aliado, o ex-presidente Álvaro Uribe.

"Temos informação abrangente de que eles estão preparados para voltar à guerra e à guerra urbana, mais destruidora que a rural. Se não houver aprovação no plebiscito, voltamos à guerra. Simples assim", disse.

Questionado sobre Uribe, Santos disse que o acordo de paz a ser assinado com as Farc "não é exclusivamente meu" e que tentou incorporar "todos os partidos políticos e organizações" nas negociações desde seu início, em 2012.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Os partidos de oposição também apoiam a paz. O único que ficou de fora por vontade deles foi o partido do presidente Uribe [o direitista Centro Democrático], ao qual foram feitas ofertas de todo o tipo", disse.

"Pediria a todos os que têm que deixar as botas para pedir votos que se apressem, porque é verdade que administrar a paz sempre é mais complicado que administrar a guerra".

Durante seu pronunciamento no fórum, ele voltou a dizer que os diálogos de paz deverão ser concluídos nas próximas semanas, faltando apenas o ponto do desarmamento e da desmobilização de guerrilheiros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo Santos, estes pontos deverão ser acertados nos próximos dias. A questão é o principal motivo para que as negociações, inicialmente previstas para terminar em 23 de março, atrasassem.

CONSTITUIÇÃO

A celebração do plebiscito depende de autorização da Corte Constitucional, que ainda não decidiu se o acordo de paz deve ser incluído na Constituição, como foi pedido pelas duas partes da negociação em maio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Pela proposta aprovada no mês passado, o acordo de paz fará parte de uma emenda constitucional e de uma resolução da ONU. Dessa forma, se um futuro governo quiser derrubá-lo, poderá ser alvo de sanções da organização.

Diante da proposta, Uribe e seu partido lançaram uma "resistência civil" contra o acordo, começando com a coleta de assinaturas pelo "não" à consulta e à emenda constitucional.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV