Bélgica amplia ofensiva contra o Estado Islâmico para a Síria
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Bélgica anunciou nesta sexta (13) que, a partir de 1º de julho, passará a agir também na Síria contra a facção terrorista Estado Islâmico (EI).
Até o momento, o país realizava ofensivas aéreas contra a milícia somente no Iraque.
O EI esteve por trás dos ataques a Bruxelas em 22 de março que deixaram mais de 30 mortos.
Segundo autoridades, os bombardeios belgas ficarão restritos a áreas "sob o controle do EI e outros grupos terroristas" e não atingirão regiões "controladas pelo governo sírio".
Atualmente, uma coalizão liderada pelos Estados Unidos age na Síria para conter o EI. Também a Rússia, aliada do regime do ditador sírio Bashar Al-Assad, realiza paralelamente uma ofensiva contra a facção.
MORRE LÍDER DO HIZBOLLAH
O Hizbullah anunciou nesta sexta (13) que Mustafa Badreddine, comandante militar da milícia xiita libanesa, foi morto em uma explosão perto do aeroporto de Damasco, na Síria.
A organização, no entanto, não informou a origem ou a data do ataque.
Segundo o "The New York Times", Badreddine supervisionava as operações do Hizbullah na Síria, algo que foi decisivo para manter no poder o ditador Bashar Al-Assad durante os cinco anos de guerra civil no país.
Os Estados Unidos consideram o Hizbullah uma organização terrorista. Em 2006, a facção travou uma guerra contra Israel.
Badreddine, 55, era acusado de planejar o assassinato do ex-primeiro-ministro libanês Rafik Hariri, morto em um atentado em Beirute em 2005.
O Hizbullah, no entanto, nega estar envolvido na morte.
