Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Geral
publicidade
GERAL

Falta de chuvas derruba a qualidade do ar em São Paulo

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Na manhã desta segunda-feira (18), uma faixa de poluição podia ser vista sobre a cidade de São Paulo, que passa por período de calor e seca.
Segundo a Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), a qualidade do ar atingiu o nível 130 (classificado como muito ruim) no sábado (16), entre as 18h e 19h, conforme mediu a estação Cid. Universitária-USP-Ipen. Já no domingo (17), a qualidade ficou moderada das 16h às 21h.
Em dias de semana, quando o tráfego de veículos é mais intenso, o índice é mais alarmante. Na sexta (15), por exemplo, o ar teve índices ruim e muito ruim, das 16h às 21h. Em todos os casos, o poluente mais presente foi o ozônio (O3).
Segundo Mariana Veras, pesquisadora do Laboratório de Poluição do Ar da USP, o gás agride as vias aéreas e o pulmão. Os últimos dias de extremo calor na cidade contribuem para o agravamento do ozônio. "É um poluente secundário: resulta da reação de poluentes primários -vindos, por exemplo, dos carros- e da luz do Sol. Por isso, o nível de ozônio costuma ser maior no período da tarde", afirma. Veras recomenda que a prática de esportes seja evitada nesse período. "É melhor fazer exercícios físicos de manhã ou à noite."
O segundo poluente mais presente no ar de São Paulo é MP2.5, partículas microscópicas que podem provocar uma série de sintomas na saúde, desde irritação das vias aéreas até câncer. "As partículas, responsáveis por aquela camada visível de poluição que cobre a cidade, são emitidas principalmente por veículos a diesel", diz Veras. "Essas partículas têm substâncias que podem provocar câncer, nos casos mais graves. Quem sofre mais com esse poluente são idosos, crianças e pessoas que já tenham doenças respiratórias ou cardíacas."
O quadro não é animador. De acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), o calor continua e não deve chover na capital paulista pelo menos até sexta (22).
ÁGUA
Depois de cinco dias de estabilidade, o nível do Cantareira, sistema que abastece 7,4 milhões de pessoas na capital e na Grande SP, teve queda de 0,1% e opera com 66,1% de sua capacidade.
No mês de abril, a região do Cantareira acumula 0,9 mm de chuva, o menor volume para o período em 16 anos.
Os outros reservatórios também apresentaram queda. O sistema Alto Tietê também recuou 0,1%, chegando a 41,4%. O Guarapiranga caiu de 83% para 82,4%.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV