Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Geral
publicidade
GERAL

Maduro convoca de volta diplomata máximo da Venezuela nos EUA

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou nesta quarta-feira (9) a convocação de volta ao país do encarregado de negócios do país em Washington, Maximilien Arveláiz, em represália ao que chamou de "falta de diálogo" dos Estados Unidos.
A declaração foi feita em um ato liderado pelo chavista para lembrar um ano do decreto em que o presidente Barack Obama considerou o país sul-americano uma "ameaça incomum e extraordinária" para a segurança dos EUA.
No evento, Maduro disse que, apesar das tentativas de diálogo, não houve nenhuma prova de retificação do americano em relação a Caracas. "Obama teve muitas oportunidades para se retratar", afirmou.
Para ele, uma prova teria sido aceitar a indicação de Arveláiz. O diplomata, que está na capital americana desde julho de 2014, nunca recebeu o agrément, o reconhecimento como embaixador. "O que o impedia?", questionou-se Maduro.
Como em outras ocasiões, o chavista acusou Obama de ter agido para ajudar a oposição. "E hoje eles, a Assembleia Nacional não se declarou contra o decreto. São marionetes do império e não dão um passo sem consultar os EUA".
Na última quinta (3), Obama informou ao Congresso que era necessário continuar com o decreto de emergência contra a Venezuela. Para justificar a medida, ele disse que a situação no país não melhorou desde então.
PROTESTO
Durante a cerimônia em Caracas, Maduro lançou o que chamou de Plano Especial de Denúncia do decreto de Obama a nível internacional e convocou para o sábado (12) uma mobilização no país contra a medida americana.
O ato do chavismo coincidirá com a primeira rodada de protestos anunciada pela coalizão opositora Mesa de Unidade Democrática na última terça (8) pela saída do governo chavista.
A manifestação foi anunciada junto com um plano para tentar aprovar na Parlamento uma emenda constitucional para encurtar o mandato presidencial e uma pressão para levar ao referendo que revogue a Presidência de Maduro.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV