Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Geral
publicidade
GERAL

Com escassez do PAC, Haddad tenta empréstimo de R$ 2 bilhões para obras

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SIDNEY GONÇALVES DO CARMO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Com escassez do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), afirmou nesta quarta-feira (3) que vai tentar antecipar recursos de R$ 2 bilhões para continuar obras de drenagem e mobilidade na cidade que estão incluídas no pacote do programa federal.
"Estamos em negociação para acionar uma linha de crédito que vai antecipar recursos do PAC. Estamos pedindo R$ 2 bilhões de antecipação, o que daria uma margem enorme para obras que estão licitadas, sobretudo, drenagem e mobilidade", disse o prefeito durante inauguração do corredor de ônibus na avenida Inajar de Souza, na zona norte.
O corredor da Inajar tem 14,6 km de extensão e atenderá a cerca de 201 mil pessoas por dia por meio das 30 linhas que circulam pela via. Há também uma ciclovia de três quilômetros entre as ruas Pedra Bela e Edmundo Krug, além de uma pista de cooper com a mesma extensão, que começa na avenida Nossa Senhora do Ó e se estende até a rua Edmundo Krug.
OBRAS
Demais obras estão previstas no PAC, mas ainda não começaram a ser executadas porque o governo federal repassou apenas R$ 400 milhões dos R$ 8 bilhões previstos pela presidente Dilma Rousseff. O petista afirmou que há duas ou três instituições financeiras interessadas em realizar o empréstimo para a prefeitura, mas não revelou os nomes.
A antecipação desse montante só é possível porque a cidade de São Paulo renegociou a dívida do município com o Congresso Nacional no ano passado. Segundo Haddad, a dívida da capital paulista caiu de R$ 72 bilhões para R$ 27 bilhões.
"Do ponto de vista jurídico é absolutamente viável porque nós temos margem, pela Lei de Responsabilidade Fiscal, nós temos a melhor garantia possível, que seria o convênio assinado com a União. Em vez de esperar o Orçamento geral da União ter recurso a gente anteciparia com a linha de crédito".

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV