Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Geral
publicidade
GERAL

Após hostilizá-los, MPL anuncia que pediu encontro com Haddad e Alckmin

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

FELIPE SOUZA
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um dia depois de hostilizar o prefeito Fernando Haddad (PT) e o governador Geraldo Alckmin (PSDB), o MPL (Movimento Passe Livre) anunciou nesta terça-feira (26) ter protocolado um pedido de reunião com ambos para a próxima quinta (28).
A intenção é discutir o aumento das tarifas do transporte público em São Paulo e pressionar os governos a revogarem o reajuste, que no dia 9 de janeiro subiu de R$ 3,50 para R$ 3,80.
Os membros do Passe Livre querem que o debate ocorra na frente da Prefeitura de São Paulo, às 19h. Eles exigem que o diálogo seja feito na rua, "com todos os manifestantes".
Na segunda (25), Haddad foi alvo de uma garrafa de plástico no momento em que o MPL protestava nos arredores da Catedral da Sé, logo após a missa em comemoração aos 462 anos da capital paulista. O Passe Livre nega que a agressão tenha partido de seus membros.
"A gente fez ontem um ato para lembrar o Alckmin e o Haddad que não tem aniversário de São Paulo. Tem uma tarifa de R$ 3,80. Mas em nenhum momento os membros do Passe Livre tentaram agredir o prefeito", disse Rafael Siqueira, 40, integrante do MPL.
Os manifestantes também ressaltaram que não vão antecipar o trajeto da manifestação prevista para começar às 17h desta terça na frente da estação da Luz, no centro. Eles dizem que a Secretaria da Segurança Pública usa argumentos mentirosos para forçar os manifestantes a divulgarem o caminho da passeata com antecedência.
"A Constituição não prevê a divulgação do trajeto. Ela prevê apenas uma notificação prévia de que a manifestação vai acontecer. A partir do momento em que o Passe Livre divulga publicamente a manifestação ele já está cumprindo esse aviso prévio", afirmou Luisa Cytrynowics, 20, uma das porta-vozes do movimento..
Cytrynowics afirmou que quem descumpre a Constituição é a Secretaria da Segurança por impedir os manifestantes de prosseguirem por onde desejam. "O trajeto é uma decisão política dos manifestantes e a gente acha um absurdo a polícia tentar tomar isso da gente. Isso mostra como a polícia reprime sempre e usou esse argumento do trajeto como mais uma desculpa para agir com repressão", disse a militante Letícia Cardoso, 20.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV