Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Geral
publicidade
GERAL

Ministro da Saúde diz que Brasil perde "feio" no combate ao Aedes aegypti

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Em mais uma declaração polêmica, o ministro da Saúde, Marcelo Castro, disse nesta segunda-feira (25) que o Brasil está perdendo "feio" no combate ao mosquito Aedes aegypti, que transmite dengue, zika e chikungunya.
A afirmação ocorreu após visita à sala de coordenação instalada pelo governo do Distrito Federal para organizar novas ações de controle do vetor na região.
"Nós estamos há três décadas com o mosquito aqui no Brasil e estamos perdendo feio a batalha para o mosquito", afirmou, ao lembrar que o país registrou recorde de casos de dengue em 2015, com mais de 1,6 milhão de casos.
A declaração de que o país perde a batalha contra o mosquito, no entanto, gerou insatisfação no Planalto, que tem buscado reforçar as ações no combate ao mosquito - além da dengue, o país viu crescer nos últimos meses o número de Estados com circulação confirmada do vírus zika.
Desde a última semana, a presidente Dilma Rousseff têm feito reuniões para discutir novas medidas para evitar o avanço do vírus, que tem sido associado à ocorrência de microcefalia em recém-nascidos.
Essa não foi, no entanto, a primeira vez que o ministro fez críticas à falta de ações contra o Aedes aegypti.
Em dezembro, o ministro disse, em audiência na Câmara, que houve uma certa "contemporização" do governo e sociedade no combate ao mosquito. "Ficamos sempre na loteria", afirmou.
VACINA
Durante o encontro nesta segunda-feira, Castro também disse que a situação se agrava diante da falta de uma vacina contra o zika.
"Toda a nossa energia e nossos esforços são dirigidos numa ação única e concentrada, que é o combate ao vetor. Ainda não temos outra arma disponível no momento. A arma fatal e maior que podemos ter é a vacina, mas sabemos que, por mais rápido que ande, vamos demorar de três a cinco anos", disse.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV