Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Geral
publicidade
GERAL

Passe Livre contraria polícia e diz que só dirá trajeto de ato na concentração

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O MPL (Movimento Passe Livre) afirmou nesta segunda-feira (25) que não irá divulgar com antecedência o trajeto do sexto protesto, marcado para esta terça (26).
A passeata contra o aumento nas tarifas de ônibus, trens e metrô em São Paulo está marcada para as 17h, em frente à estação da Luz, região central da cidade.
"A Secretaria de Segurança Pública não está autorizada pela Constituição Federal a determinar quando e onde a população pode se manifestar. Por isso, manteremos o nosso diálogo aberto com os manifestantes, conversando sobre o trajeto do ato em nossa concentração. Não cabe ao Estado decidir a forma dos movimentos sociais se organizarem! A sociedade não pode aceitar essa imposição!", afirmou o movimento em uma página na rede social.
Mais cedo, a Secretaria da Segurança Pública disse que aguardava até as 19 desta segunda um comunicado do movimento com o trajeto que seria realizado. A pasta disse ainda que o secretário Alexandre de Moraes estaria à disposição para marcar uma reunião de planejamento com o movimento para esta terça, às 11h.
Os alvos das manifestações são o prefeito Fernando Haddad (PT) e o governador Geraldo Alckmin (PSDB). A tarifa aumentou no dia 9 de R$ 3,50 para R$ 3,80 -valor inferior à inflação acumulada, de 10,7%.
Nesta segunda, ao menos 20 integrantes do Passe Livre hostilizaram o prefeito e o governador após uma missa em comemoração ao aniversário de 462 de São Paulo, comemorado na data de hoje.
Os manifestantes se reuniram na lateral da Catedral da Sé para aguardar a saída dos governantes. Quando Haddad parou para dar entrevista coletiva, membros do Passe Livre começaram a cantar contra o prefeito. Uma garrafa pet foi atirada e atingiu o petista.
Minutos depois, Alckmin saiu pela parte de trás da igreja. Ele também foi cercado e hostilizado. Os manifestantes se postaram à frente dos carros oficiais para impedir a saída do tucano. Policiais militares intervieram e retiraram os manifestantes com cassetetes.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV