Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Geral
publicidade
GERAL

Câmara de SP quer barrar proposta de Haddad para regulamentar Uber

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

GIBA BERGAMIM JR.
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Câmara de São Paulo pretende barrar um eventual decreto do prefeito Fernando Haddad (PT) para regulamentar o Uber -aplicativo que conecta motoristas particulares a passageiros. A informação é do presidente da Câmara, Antonio Donato, colega de partido de Haddad.
Nesta terça-feira (29), Haddad lançou uma consulta pública que antecede um futuro decreto para a regulamentação do serviço.
"Estou convencido de que é necessário um projeto de lei para isso, que deverá ser discutido aqui no Legislativo. Não pode ser por decreto", disse Donato, que se reúne na tarde desta quarta-feira (30) com taxistas e o vereador Adilson Amadeu (PTB), autor da lei que proíbe o aplicativo na cidade.
Donato diz que marcará reunião com o prefeito e com o secretário de Negócios Jurídicos da cidade para convencê-los de desistirem do decreto e elaborarem o projeto.
O anúncio motivou protestos de taxistas, que fecharam acessos ao centro da cidade e ao aeroporto de Congonhas (zona sul).
Os vereadores querem evitar o desgaste sofrido neste ano até que se aprovasse o projeto de Amadeu, o que ocorreu em setembro,
Entre julho e setembro, taxistas bloquearam várias vezes o viaduto Jacareí, onde fica a Câmara para pressionar os parlamentares a votar o projeto.
Na visão de parlamentares, Haddad estaria gerando uma tensão desnecessária com a Câmara e com os taxistas, que neste ano iniciaram uma campanha contra o Uber -que eles chamam de transporte clandestino.
A ideia de Haddad é regularizar motoristas do Uber regularizar mediante pagamento de valores aos cofres municipais.
Caso Haddad insista no decreto e não num projeto de lei, os vereadores podem derrubar a medida.
Para isso, seria necessário que algum parlamentar apresentasse um projeto de decreto parlamentar (PDL) para cancelar os efeitos da decisão do prefeito.
Porém seriam necessários os votos de 37 dos 55 vereadores.
Em setembro, sob forte pressão de taxistas, 43 vereadores votaram a favor do projeto de Amadeu.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV