Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Geral
publicidade
GERAL

Macri vai retirar recurso de Cristina e encerrar acordo comercial com o Irã

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O novo governo argentino anunciou nesta sexta-feira (11) que retirará, na segunda-feira, a apelação feita pelo governo de Cristina Kirchner contra o pedido de inconstitucionalidade do acordo comercial do país com o Irã.
Com a decisão, o tratado econômico com o país persa deixará de existir.
Fontes do Ministério da Justiça argentino confirmaram ao jornal "Clarín" que o ministro German Garavano apresentará na segunda-feira a carta.
Nela, o governo retirará a apelação contra a decisão do Tribunal Federal de Buenos Aires que havia declarado inconstitucional o acordo.
A presidente Cristina Kirchner havia insistido obsessivamente no tratado com o Irã, a ponto de retirar dois juízes da Câmara Nacional de Cassação Penal -Luis Cabral e Juan Carlos Gemignani- que defendiam a inconstitucionalidade da aliança.
A inconstitucionalidade do pacto com o Irã é passo fundamental para reabrir denúncia do ex-promotor Alberto Nisman contra Cristina Kirchner e o ex-ministro das Relações Exteriores Héctor Timerman.
O ex-promotor, que morreu em janeiro deste ano, em circunstâncias ainda não esclarecidas, havia denunciado a ex-presidente por supostamente prejudicar, em troca do acordo comercial, investigações sobre a participação do Irã no atentado a uma organização judia em Buenos Aires.
Em 1994, a sede da Amia (Associação Mutual Israelita Argentina) na capital argentina foi alvo de um atentado que deixou 85 mortos.
Investigações preliminares indicaram a participação de cinco agentes iranianos no ataque.
O pacto do governo de Cristina feito com o Irã previa a criação de uma "comissão da verdade" que agiria como intermediário entre a Justiça argentina e os cinco iranianos, que seriam apenas interrogados, e não "indagados", como prevê o Código Penal.
A retirada da apelação do governo foi uma promessa de campanha do presidente Mauricio Macri, eleito no dia 22 de novembro.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV