Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Geral
publicidade
GERAL

EUA enviarão mais forças especiais para combater Estado Islâmico

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

MARCELO NINIO
WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) - O Exército dos Estados Unidos está ampliando a presença de tropas especiais no Iraque e na Síria em apoio a combatentes locais que lutam contra o grupo terrorista Estado Islâmico.
Ashton Carter, secretário de Defesa americano, disse nesta terça (1º) que o contingente adicional ajudará no treinamento de forças iraquianas e curdas, coletará informações sobre o inimigo e também fará operações nos dois países, onde o EI ocupa partes dos territórios.
Ele não revelou o número de soldados adicionais, mas afirmou que será "maior que 50".
No mês passado, o presidente Barack Obama anunciou o envio de tropas especiais à Síria para treinar grupos rebeldes alinhados ao Ocidente e especificou que não chegariam a 50 homens.
É a primeira vez que forças terrestres americanas entram no país desde o início da revolta contra o regime sírio, em 2011, que mais tarde se transformou em guerra civil. No Iraque, há 3.500 soldados americanos.
Sobre o contingente adicional, que chamou de "força expedicionária especial", Carter disse que ele será enviado "em total coordenação com o governo iraquiano".
A ideia é capacitar os combatentes locais para enfrentar o EI e também realizar ações diretas contra o grupo terrorista.
"Esses operadores especiais, com o tempo, serão capazes de realizar ataques, libertar reféns, coletar inteligência e capturar líderes do EI", disse o secretário ao Comitê de Serviços Armados da Câmara dos Deputados.
Será uma ampliação da estratégia dos EUA já em curso, que combina ataques aéreos e forças especiais em terra, para operações e treinamento.
Em outubro, tropas americanas agindo com forças locais libertaram 70 pessoas que eram mantidas prisioneiras pelo EI no norte do Iraque. A operação deixou um soldado dos EUA morto, a primeira baixa americana no Iraque desde 2011.
O anúncio de Carter é mais um passo na escalada dos EUA contra o EI.
A oposição republicana tem feito pressão para que o governo amplie a ação militar contra o grupo terrorista, especialmente depois dos atentados em Paris.
Alguns deputados republicanos defendem uma operação terrestre em larga escala na Síria e no Iraque para eliminar o EI, algo que o presidente Obama descarta.
Pesquisa realizada após os atentados em Paris mostrou que os americanos estão divididos sobre um maior envolvimento dos EUA, com 47% favoráveis ao envio de mais forças terrestres e 46% contrários.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV