Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Geral
publicidade
GERAL

Rússia quer que Síria e rebeldes elaborem plano de paz em 18 meses

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Rússia quer que o governo da Síria e a oposição lancem um acordo para iniciar um processo de reforma constitucional de 18 meses que será seguido de eleições presidenciais, revelou um documento obtido pela agência Reuters nesta terça-feira (10).
A proposta de oito pontos, elaborada pelos russos antes de uma segunda rodada de negociações multilaterais sobre a Síria em Viena, no fim desta semana, não descarta a participação de o ditador sírio, Bashar al-Assad, concorrer nas eleições antecipadas, algo que seus rivais dizem ser impossível se o objetivo for alcançar a paz.
"O presidente popularmente eleito da Síria terá as funções de comandante-chefe das Forças Armadas, controle de serviços especiais e da política externa", afirmou o documento.
De acordo com a proposta, os dois lados sírios devem concordar com as etapas em uma futura conferência a ser organizada pela ONU, e o processo de reforma não seria conduzido por Assad, mas por um candidato aceito por todas as partes.
Rússia e Irã têm sido os principais aliados da Síria durante os quase cinco anos de guerra no país.
Os EUA, seus aliados no golfo Pérsico e a Turquia têm dito que Assad precisa deixar o poder para que haja paz.
Depois de inicialmente rejeitar grupos de oposição sírios que combatem Assad, a Rússia tem intensificado os esforços diplomáticos para resolver o conflito, que já matou cerca de 250 mil pessoas e deslocou milhões.
O documento diz ainda que a oposição síria que participar do processo político precisará formar uma "delegação unida" e previamente aprovada.
"[Eles devem] compartilhar os objetivos de evitar que terroristas cheguem ao poder na Síria e garantir a soberania, a integridade territorial e a independência política da Síria, bem como o caráter secular e democrático do Estado."

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV