Lipodistrofia é tema no Congresso da Sociedade Brasileira de Diabetes
Controle de glicemia, contagem de carboidratos, atividade física regular e alimentação equilibrada fazem parte da rotina de quem tem Diabetes. O que também deveria estar nesse pacote de cuidados e nem sempre está é a consciência da importância do rodízio dos locais de aplicação da insulina e da importância do uso único de agulhas e seringas - nos casos de pessoas que realizam tratamento com insulina. Essa lacuna é tema da BD, empresa norte-americana de tecnologia médica que atua no segmento de Diabetes, no XX Congresso da Sociedade Brasileira de Diabetes. O evento acontece de 11 a 13 de novembro, em Porto Alegre.
"Quando a aplicação é feita no mesmo local repetidas vezes sem o rodízio e com agulha ou seringa reutilizadas, surgem caroços que podem ser visto a olho nu ou que precisam ser sentidos apalpando com a ponta dos dedos. Isso é a lipohipertrofia", explica Priscila Preissler, Coordenadora Técnica da área de Diabetes Care, da BD. Segundo ela, se a insulina for injetada nesses locais onde há as deformidades na pele, o hormônio não será absorvido pelo organismo, fazendo com que seja necessária uma dose maior para atingir o resultado desejado.
Nestes casos, há uma elevação dos custos com a insulina. Para alertar médicos e pacientes sobre a importância de observar se há presença de lipohipertrofia, a BD levará ao estande o Lipo Luiz, um boneco em tamanho real que permite que os profissionais vivenciem na prática a identificação destas complicações, através da palpação. Um profissional usará o boneco para demonstrar como identificar uma lipohipertrofia. "A BD tem o compromisso de ajudar pessoas a viverem vidas saudáveis e esperamos que essa atividade lúdica e interativa contribua para que médicos conheçam melhor os efeitos de uma técnica de aplicação incorreta e saibam como evitar", conclui Priscila.
