Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Geral
publicidade
GERAL

Sindicato dos professores continuará manifestações contra governo Alckmin

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Apeoesp (sindicato dos professores do Estado de São Paulo) deve continuar a promover atos de protesto contra a medida proposta pelo governo Geraldo Alckmin (PSDB) que reorganiza escolas da rede estadual em ciclos únicos de ensino.
A proposta do governo irá "entregar" 94 unidades escolares para outras funções, como creches e escolas técnicas, tanto para a gestão municipal quanto no âmbito ainda do Estado. Atualmente, tais unidades são ocupadas por estudantes dos ensinos básico e médio de São Paulo.
Descontente, a presidente do Apeoesp (sindicato dos professores do Estado de São Paulo), Maria Izabel Noronha, afirmou que a reorganização das escolas "é o verdadeiro desmantelamento da escola pública do Estado".
O anúncio do número de escolas afetadas, feito na manhã desta segunda-feira (26), gerou rápida resposta do sindicato. "Não tem cabimento. Eu não acho que esse seja o número, acho que esse é apenas um começo, ainda assim, é um número significativo. Nós vamos continuar protestando, sim", disse Noronha.
"Essa semana, a tendência é que haja mais atos. As escolas que forem afetadas, com certeza, irão se mobilizar", afirma a presidente.
Escolas de ciclo único
SALÁRIOS
Para o sindicato, a medida do governo pode precarizar o salário de professores efetivos, que serão lotados em novas unidades.
"Os professores, transferidos na marra, terão de disputar por créditos e disciplinas com aqueles já lotados nessas escolas. Ganha quem tiver mais tempo de serviço. Quem não conseguir manter sua carga horária, terá seu salário reduzido", enfatizou Noronha.
Além disso, o Apeoesp alega que a reorganização superlotará salas de aula.
Noronha afirma que a gestão Alckmin não teria dado espaço para negociações e acordos. "Eu nunca lidei com uma gestão tão difícil quanto essa", desabafou.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV