Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Geral
publicidade
GERAL

ATUALIZADA

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

MARIANA CARNEIRO
RÍO GALLEGOS, ARGENTINA (FOLHAPRESS) - "Vou continuar militando", respondeu a presidente Cristina Kirchner, despedindo-se dos jornalistas que a acompanhavam em Santa Cruz, província a 2.500 quilômetros ao sul de Buenos Aires.
Respondia à pergunta que os argentinos se fazem neste momento: o que fará a mandatária quando deixar a presidência após o dia 10.
"Os historiadores tratarão de contar" sua história, disse a presidente, que deixa o cargo após oito anos de mandato e doze de kirchnerismo.
"Sinto que estamos cumprindo uma promessa. Em 25 de maio de 2003, um santacruzense [Néstor Kirchner] disse que construiria um país normal. Estamos estamos votando hoje em um país normal."
Cristina disse que os argentinos não estão com medo de perder o emprego ou de outra crise econômica. "Estamos com pleno emprego e com crescimento único na América Latina. Daí as filas que se formam nos consulados e o movimento nos aeroportos de argentinos que estão indo fazer turismo no exterior".
MÁXIMO
O filho da presidente, Máximo Kirchner, votou em uma escolas a poucas quadras da mãe, acompanhado da irmã, Florencia.
Logo após votar, concedeu uma rara entrevista coletiva, em que rejeitou os que chamam a província de Santa Cruz de feudo K. Ele concorre a uma das duas vagas de deputado federal pela província. "Para quem fala de feudo, desde 2005 nenhum Kirchner concorre em Santa Cruz", disse. "Santa Cruz é nossa casa, nossa terra e estamos felizes em poder oferecer à sociedade o que pudermos dar."
Essa é a primeira vez que Máximo tenta um cargo eletivo. Discreto e tímido, começou a fazer aparições públicas no ano passado. Neste ano, mesmo concorrendo na eleição, não concedeu entrevistas ou fez comícios.
Neste domingo (25), parecia um pouco mais confortável com a imprensa. Após votar, respondeu a perguntas sobre o kirchnerismo e sobre o futuro de sua mãe. "Quero que ela fique tranquila, trabalhou muito", disse. "De toda forma, ela afirmou que seguirá militando".
Se Daniel Scioli será um presidente temporário, à espera da volta de Cristina? "Há que votar agora, essas são análises para o futuro", disse.
Ele também respondeu perguntas sobre o sistema eleitoral de Santa Cruz, distinto do resto da Argentina e que possibilita que vários candidatos concorram por um mesmo partido. "Houve casos de fraude com o sistema tradicional. Então o que tem que mudar são os que não aceitam os resultados eleitorais".
Máximo afirmou que "grupos monopólicos" tentaram antecipar eleições em 2007 e em 2011. "A Argentina sempre votou em paz conosco no poder. Está sendo uma eleição tranquila, como deve ser".

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV