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Principal promessa de Alckmin para evitar rodízio em SP trava após estreia

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Pouco mais de três semanas após ter sido inaugurada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), a interligação de água entre os reservatórios Rio Grande e o Alto Tietê ainda patina para funcionar.
A Sabesp não soube informar a quantidade exata de água transferida entre os dois reservatórios, no que é a principal aposta contra a crise hídrica em São Paulo.
A empresa estima apenas que, em média, foram transferidos mil litros por segundo (25% do volume prometido pelo governo).
A demora se dá pois, na semana passada, quando as bombas foram ligadas, a água chegou a um córrego no município de Ribeirão Pires com muita força, arrastando uma grande quantidade de terra.
Com o assoreamento, revelado pelo jornal "O Estado de S. Paulo", o riacho alagou casas e empresas na semana passada.
Desde então, o governo tenta alargar o curso do rio. A Prefeitura de Ribeirão Pires chegou a embargar o bombeamento por um dia.
Em março, o secretário Benedito Braga (Recursos Hídricos) havia dito à Folha de S.Paulo que o córrego seria capaz de aguentar essa água. A previsão é que nos próximos dias a operação normal seja retomada.

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