Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Geral
publicidade
GERAL

Perto de eleição, Maduro anuncia medidas para reverter crise econômica

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SAMY ADGHIRNI
CARACAS, VENEZUELA (FOLHAPRESS) - Faltando pouco mais de um mês para a eleição parlamentar de 6 de dezembro, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou na noite desta terça-feira (20) um pacote de medidas para tentar reverter a profunda crise econômica no país.
Uma das medidas mais relevantes é a alteração dos mecanismos de tabelamento de preço em vigor no socialismo venezuelano, que será dividido em duas categorias.
A primeira, chamada Preço Máximo de Venda, limitará o lucro dos comerciantes a 30%. A segunda, com tabelamento mais rigoroso, conservará o nome de Preço Justo, e será voltada para alimentos e serviços de saúde.
Maduro ameaçou os empresários que não acatarem as novas regras. Ele também prometeu mão dura contra aqueles que, segundo ele, alimentam a especulação, o câmbio negro e a "guerra econômica", expressão que designa empresários acusados de sabotar o país.
"A partir de agora, as sanções atingirão diretamente o faturamento das empresas", disse o presidente, falando em seu programa semanal de rádio e TV, "Contato com Maduro."
Ele anunciou a fusão dos ministérios da Indústria e do Comércio. O titular da nova pasta será José David Cabello, irmão do todo-poderoso presidente da Assembleia Nacional, capitão Diosdado Cabello.
Maduro também confirmou o aumento em 30% do salário mínimo, que passa a valer 9.649 bolívares. Isso equivale a cerca de US$ 1.500 pelo câmbio oficial ou pouco mais de US$ 20 no paralelo.
O presidente afirmou que o aumento acumulado do salário mínimo (é o quarto reajuste em menos de um ano) traz um incremento salarial de 95% enquanto a inflação, segundo ele, se situa "entre 80% e 85%".
Economistas questionam esta cifra e dizem que a taxa real passa de 100%.
Os venezuelanos também sofrem com um desabastecimento generalizado e com índices de violência de zona de guerra.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV