Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Geral
publicidade
GERAL

Crise hídrica adia para 2017 nova autorização para abastecer Cantareira

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

DIMMI AMORA
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A crise hídrica que São Paulo passa fez com que fosse adiada para maio de 2017 a nova autorização para retirada de água dos rios que abastecem o sistemas das regiões metropolitanas de São Paulo e de Campinas.
Com isso, nada muda na forma de gestão atual, em que as empresas de abastecimento e os órgãos reguladores estão fazendo avaliações periódicas da quantidade de água que pode ser levada aos reservatórios, entre eles o da Cantareira, que abastece São Paulo.
Após reunião nesta terça-feira (20), em Brasília, entre representantes do governo federal, dos Estados de São Paulo e de Minas Gerais, do Ministério Público e das empresas responsáveis pelo abastecimento dessas duas áreas, ficou decidido que serão necessários mais estudos para definir qual será a quantidade máxima de água que cada sistema poderá usar dos rios que abastecem essas regiões.
Cada órgão tem uma proposta diferente para o uso da água dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí, principais abastecedores dessas duas regiões.
A autorização para retirar água desses rios foi dada em 2004, por dez anos, para que a Sabesp abastecesse o Sistema Cantareira. Mas esses rios também levam água para a região de Campinas. Há uma disputa entre as duas pelas quantidades máximas.
Pouco antes de vencer, a autorização foi suspensa por causa da crise hídrica. A gestão das águas passou a ser feita conforme a quantidade existente, em acordos entre os governos federal e dos estados de São Paulo e Minas Gerais.
A previsão é que a nova outorga, nome oficial da autorização de retirada de água, saísse este ano. Mas o cenário de incerteza climática e mais a crise hídrica adiaram por pelo menos três vezes a decisão. E agora os envolvidos decidiram dar um prazo de mais de um ano e meio para que saia a nova outorga.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV