Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Geral
publicidade
GERAL

É um erro não ajudar regime sírio a combater Estado Islâmico, diz Putin

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidente da Rússia, Vladimir Putin, defendeu nesta segunda-feira (28) a ajuda ao regime do ditador sírio, Bashar al-Assad, como uma forma de controlar o avanço do Estado Islâmico pelos países do Oriente Médio.
Os russos são os principais aliados de Assad e impediram qualquer punição mais dura ao ditador sírio desde o início da guerra civil, em 2011. Nas últimas semanas, Moscou tem enviado reforço militar para ajudar o regime.
Em discurso na Assembleia-Geral da ONU, Putin disse que é um "erro enorme" não cooperar com Assad e que o regime e suas milícias são os únicos a combater de verdade a expansão da milícia radical na Síria.
"Nós devemos finalemnte reconhecer que ninguém exceto Assad e suas milícias estão enfrentando de verdade o Estado Islâmico. A solução é restaurar o poder estatal na Síria. Não há outra alternativa", defendeu.
O líder incluiu o envio de armas a Damasco como uma das ações da Rússia contra o terrorismo. Para ele, é necessário fazer uma ampla coalizão contra o terrorismo, chefiada pelos países do Oriente Médio.
"Seria parecida com aquela contra Hitler na Segunda Guerra Mundial. Se conseguirmos isso não precisaremos mais de campos de refugiados. Temos uma grande e trágica imigração. É uma dura lição para todos nós, incluindo a Europa."
Putin falou minutos depois do presidente americano, Barack Obama, que chamou Assad de tirano. Obama, no entanto, defendeu as discussões com a Rússia e com o Irã para buscar uma solução ao conflito.
A guerra civil na Síria deverá ser o principal assunto do encontro bilateral entre o russo e o americano na tarde desta segunda. Putin ainda deverá encontrar o ditador cubano, Raúl Castro, e o presidente do Irã, Hasan Rowhani.
UCRÂNIA
Depois de criticar o papel das potências ocidentais no combate ao Estado Islâmico, ele reclamou da expansão da Otan e da lógica do confronto que levou à crise política e ao conflito armado na Ucrânia.
Para Putin, a derrubada de seu aliado Viktor Yanukovich, em fevereiro de 2014, foi "um golpe militar coordenado de fora da Ucrânia, que levou a uma guerra fria".

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV