Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Geral
publicidade
GERAL

Brasil anunciará compromisso do clima domingo, mas evita números

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

FLÁVIA FOREQUE
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A quatro dias de anunciar o compromisso que levará à Conferência do Clima de Paris, que começa em 30 de novembro, o governo brasileiro evita dizer se assumirá metas numéricas para a redução das emissões de gases estufa no país. EUA, União Europeia, China estão entre os países que já estipularam objetivos de cortes.
Segundo o Ministério das Relações Exteriores, a presidente Dilma Rousseff vai apresentar um documento "ambicioso e inovador" sobre a redução de emissões no Brasil em discurso na cúpula das Nações Unidas sobre desenvolvimento sustentável.
Mas, em declaração à imprensa nesta quarta (23), o diretor do departamento de meio ambiente do Itamaraty, Raphael Azeredo, preferiu não confirmar se o chamado INDC (Contribuição Nacionalmente Determinada Pretendida) trará uma meta numérica.
"A opinião deste ministério e do governo é de que é um documento que reflete a ambição [do Brasil], e espero que ele seja bem recebido", afirmou Azeredo.
Dilma e ministros viajam aos Estados Unidos para participar de agenda sobre desenvolvimento sustentável, com discurso previsto do papa Francisco, e da abertura do debate geral Assembleia-Geral da ONU. A presidente deve ir à recepção oferecida pelo primeiro-ministro da Suécia, além de cumprir agendas bilaterais com chefes de Estado.
"Ao celebrar os 70 anos [das Nações Unidas], se abre um espaço para reflexão indispensável sobre o funcionamento de seus órgãos e as possibilidades que existem para que ampliemos os espaços de participação", disse o embaixador Fernando Simas, subsecretário do Itamaraty responsável por temas das Nações Unidas.
Sobre a Assembleia-Geral diplomata destacou a necessidade de se abordar temas como a crise migratória atual - um dos assuntos que serão abordados na fala da presidente Dilma em abertura da assembleia. "Não ha dúvida que o tema das migrações e o aspecto muito dramático dos refugiados sírios têm uma tremenda atualidade. É normal que o Brasil aproveite para passar uma mensagem."
RESTRIÇÃO DE VETO
A convite da França, o Brasil participa ainda de agenda paralela à assembleia, sobre restrição do uso do veto pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas. Simas ponderou que o debate surge no momento em que crises humanitárias têm rápida evolução - e exigem respostas mais imediatas de organismos internacionais.
"Qual é a velocidade de atuação do Conselho de Segurança para responder a essas situações de emergência? E em que medida a eficácia se vê afetada pelo uso de poder de veto? É uma iniciativa nova [dos franceses], voltada para uma discussão sobre a responsabilidade dos membros do conselho", disse o embaixador.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV