Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Geral
publicidade
GERAL

Em gesto inédito, EUA podem aceitar voto da ONU contra embargo a Cuba

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Pela primeira vez, os Estados Unidos podem aceitar sem reações uma condenação da ONU (Organização das Nações Unidas) ao embargo comercial contra Cuba.
Segundo autoridades americanas, o governo do presidente Barack Obama está avaliando abster-se na votação da Assembleia Geral da ONU em outubro sobre uma resolução que exige a suspensão do embargo. Há 23 anos, Cuba apresenta anualmente ao organismo internacional uma resolução contra o bloqueio.
A votação não tem efeitos legais práticos, mas contribui para a percepção da comunidade internacional de que as medidas dos EUA para isolar o país latino-americano são ilegítimas.
A decisão de se abster ainda não foi tomada, ressaltaram quatro autoridades que falaram à Associated Press (AP) sob condição de anonimato. O gesto seria inédito, não havendo registros de membros da ONU que tenham aceitado resoluções críticas a suas próprias medidas.
Desde que anunciou, em dezembro, o processo de reaproximação diplomática com Cuba, Obama tem pedido ao Congresso dos EUA que suspenda o embargo econômico e financeiro imposto contra a ilha em 1961.
A abstenção na votação da ONU aumentaria a pressão sobre o Legislativo, controlado pela oposição republicana, a qual já se declarou contrária ao fim do bloqueio ao regime socialista.
No mais recente gesto de reaproximação, a Casa Branca anunciou na sexta-feira (18), após um telefonema entre Obama e o ditador cubano, Raúl Castro, a remoção de restrições ao comércio bilateral com Cuba e às viagens de americanos para o país, dentre outras medidas.
Em 20 de julho, foram restabelecidas as relações diplomáticas entre os dois países após mais de 50 anos de isolamento.
A reaproximação diplomática liderada por Obama e Castro contou com a intermediação do papa Francisco, que está visitando Cuba e deve viajar aos EUA nesta terça-feira (22).

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV