Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Geral
publicidade
GERAL

A três meses das eleições, Argentina aumenta salário mínimo em 28,5%

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O governo argentino, em acordo com sindicatos e associações patronais, anunciou um aumento de 28,5% para o salário mínimo, que será escalonado até janeiro de 2016.
Os primeiros 18,5% do reajuste serão aplicados já a partir de 1º de agosto, a oito dias das primárias presidenciais. Os outros dez pontos percentuais serão acrescentados em janeiro.
Isso fará com que o salário passe de 4.716 pesos para 6.060 pesos (de R$ 1.632 para R$ 2.097, pelo câmbio oficial, e de R$ 991 a R$ 1.273, pela cotação no mercado paralelo).
O valor do salário mínimo é decidido na Argentina por meio do Conselho do Salário, que reúne entidades empresariais e de trabalhadores e funciona ininterruptamente há 12 anos. A presidente argentina, Cristina Kirchner, que integrou reunião do conselho, qualificou o aumento como "inédito no mundo" que o chefe do Executivo participe da discussão.
"É importante para um presidente da República que empresas e trabalhadores se coloquem de acordo", afirmou Kirchner ao final da reunião, realizada na sede do Ministério do Trabalho.
Segundo o jornal "La Nación", o encontro foi relativamente curto, tendo durado apenas um dia. Do lado sindical, participaram apenas as alas governistas das duas maiores centrais do país, a Confederação Geral do Trabalho e a Central de Trabalhadores da Argentina.
As vertentes opositoras das duas centrais, comandadas pelos ex-aliados de Cristina Hugo Moyano e Pablo Micheli, não foram convidadas. Eles são os responsáveis pelas últimas greves gerais ocorridas no país em março e junho.
Segundo o Indec, instituto de estatística da Argentina, a inflação foi de 15,0% em junho de 2015, em relação ao mesmo mês do ano anterior. A fiabilidade do órgão é contestada por organismos internacionais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI).
Em levantamentos de institutos independentes, a expectativa é que os números da inflação fiquem em torno de 27,5%, o que significaria apenas um ponto percentual de aumento real.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV