Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Geral
publicidade
GERAL

Após ataque, Tunísia planeja armar polícia turística

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

DIOGO BERCITO, ENVIADO ESPECIAL
SOUSSE, TUNÍSIA (FOLHAPRESS) - O governo da Tunísia reforça, desde o ataque terrorista de sexta-feira (26), a segurança a pontos turísticos no país. Temendo um grave impacto no turismo após a morte de 39 pessoas no balneário de Sousse, ao sul da capital, as autoridades locais devem armar pela primeira vez sua polícia turística.
O Ministério do Turismo afirmou que há planos de destacar mil homens armados a partir de quarta-feira (1º) para tal, posicionando policiais em torno de hotéis, praias e sítios arqueológicos.
A reportagem presenciou essa intensificação da segurança já no domingo (28), na cidade medieval de Kairouan, onde o atirador Saif Rezgui, 23, estudava engenharia. Após caminhar pelas ruelas durante a manhã, atraindo a atenção de moradores, a reportagem foi abordada por um policial a paisana que pediu documentação e informações em um curto interrogatório.
A entrada a hotéis também está sendo controlada com mais rigor. Ao hotel Movenpick, por exemplo, só se entra mostrando a chave eletrônica de um quarto. Os poucos turistas que se arriscam na praia -a maior parte parece preferir a piscina- são vigiados por funcionários durante todo o tempo.
Na sexta-feira, Rezgui aproximou-se de estrangeiros banhando-se diante do hotel Imperial Marhaba e disparou contra eles, deixando 39 mortos, no maior atentado a turistas na história do país e o segundo mais grave no Oriente Médio desde um massacre no Egito.
Segundo relatos, Rezgui havia escondido a arma com um guarda-sol e ria enquanto atirava contra os turistas. Ele interrompeu a ação para lavar as mãos na água do mar. Em seguida, foi morto pelas forças de segurança do país.
As autoridades locais ainda tentam investigar se houve cúmplices no atentado. O celular do atirador foi encontrado no mar, e seu computador foi confiscado na cidade de Gaafour, onde ele cresceu. Seus pais -que a repórteres afirmaram estar envergonhados pelo filho- foram brevemente detidos.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV