Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Geral
publicidade
GERAL

Tunísia prende acusados de associação com atirador que atacou hotel

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A polícia da Tunísia anunciou nesta segunda-feira (29) a prisão de um grupo de acusados de associação com o ataque a um hotel na cidade turística de Sousse, que deixou 38 mortos na última sexta (26).
O atirador que abriu fogo no hotel Imperial Marhaba, o estudante de engenharia Saif Rezgui, 23, foi morto pela polícia. O atentado foi reivindicado pelo Estado Islâmico, que também diz ter atacado uma mesquita no Kuait no mesmo dia.
Segundo o ministro do Interior, Najem Gharsalli, as autoridades investigam se Rezgui recebeu treinamento na vizinha Líbia. Ele não deu detalhes sobre a identidade dos presos e sua relação com o atirador.
Gharsalli afirmou que serão presas todas as pessoas que deram apoio logístico ou financeiro para o ataque. Membros do governo tunisiano disseram que o autor do atentado visitou diversas páginas vinculadas a radicais islâmicos.
A entrevista aconteceu após um encontro do representante tunisiano com os ministros do Interior da França, Bernard Cazeneuve; da Alemanha, Thomas de Mazière; e do Reino Unido, Theresa May.
As investigações avançam lentamente e a polícia é questionada por demorar para interromper o atentado. A empresa responsável pelo hotel disse que cumpriu o protocolo e que os seguranças não poderiam enfrentar o atirador.
A maioria dos turistas mortos, 18, vinham do Reino Unido. Em artigo publicado nesta segunda, o primeiro-ministro britânico, David Cameron, reiterou a determinação do país para a luta contra o terrorismo.
OUTROS ATAQUES
O atentado na Tunísia foi o pior da história do país e o segundo a atingir a indústria do turismo neste ano. Em março, 22 pessoas morreram quando um grupo de atiradores invadiu o museu do Bardo, em Túnis.
O ataque também foi reivindicado pelo Estado Islâmico. Na sexta (26), a milícia reivindicou a explosão em um templo xiita na Cidade do Kuait, que deixou 26 mortos. O homem-bomba responsável pela ação era saudita.
No mesmo dia, um radical islâmico decapitou o chefe e provocou explosões de produtos químicos em uma fábrica de uma empresa americana no sudoeste da França. Outras duas pessoas ficaram feridas.
A milícia radical convocou seus seguidores a um mês de violência no mês sagrado do Ramadã, que começou no dia 18 e vai até 17 de julho. Neste período, a facção completa um ano de ter se declarado Estado Islâmico.


CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV